O que todo Cristão deve Saber

Publicado: junho 10, 2013 em Uncategorized

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Está semana estarei preparando novos posts para esta blog, há bastante tempo não posto nada. porém este blog estará com uma cara nova e com conteúdo bem atraente e relevante para a nossa vida cristã.

Aqui serão alguns temas que vou abordar:

Ferida da besta de Apocalipse

Salvação e Perdão

Aguardem e ainda está semana

Filosofia nas igrejas atuais

Temporalidade de Deus

 

 

 


 

 

 

Glorificação

 

É o ato final no processo da salvação. Paulo nos ensinou que ela viria em último lugar. Rom. 8:30.

É a recompensa dos que foram justificados e santificados por Cristo. Rom. 8:19-23; 1 Tes. 4:16-17; II Ped. 3:13.

A glorificação será após a segunda vinda de Cristo.

 

As promessas relativas a este evento são muitas nas Escrituras, como nos revelam as seguintes passagens:

 

a) Isa. 62:11.

“. . . Eis que vem o teu Salvador; vem com Ele a Sua recompensa, e diante dele o seu galardão.”

b) I Tes. 4:17 última parte:

“. . . e assim estaremos para sempre com o Senhor”

d) II Tim. 4:8.

“Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele dia, e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda.”

d) Apoc. 22:14.

“Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras, para que lhes assista o direito á árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas.”

 

Os teólogos falam da salvação em três tempos como indicam os verbos no original grego:

PassadoJustificação. Fui salvo. É o que Cristo fez por nós. Tito 3:5.

Presente – Santificação. Sou salvo. É o que Cristo está fazendo por nós. I Cor. 1:18.

Futuro – Glorificação. Serei salvo. É o que Cristo fará por nós. Rom. 5:9.

O seguinte quadro apresenta uma síntese e cotejo das três facetas da salvação:

Justificação – salvação de nossos pecados passados.

Santificação – salvação de nossos pecados presentes.

Glorificação – seremos salvos de um mundo de pecado,

Justificação – limpa os registros de nossa vida.

Santificação – conserva os registros limpos.

Glorificação – não há mais lembrança desses registros,

 

Justificação – liberta-nos da penalidade ou culpa do pecado.

Santificação – liberta-nos do poder do pecado.

Glorificação – liberta-nos da presença do pecado.

 

Justificação – entregamo-nos a Cristo.

Santificação – seguimos o caminho com Cristo.

Glorificação – estaremos com Cristo.

 

Justificação – nosso título para o céu.

Santificação – nossa idoneidade para o céu.

Glorificação – o privilégio de estar no céu.

 

Justificação – é um ato de graça.

Santificação – é o crescimento na graça.

Glorificação – é o desfrute da graça.

 

Justificação – é momentânea.

Santificação – prolonga-se por toda a vida.

Glorificação – estende-se por toda a eternidade.

 

Justificação – é um processo pontilhar.

Santificação – é um processo linear.

Glorificação – é um processo imensurável.

 

A composição seguinte intitulada: Lugar da santificação, apesar de repetitiva em alguns de seus conceitos é útil para diferençar Justificação, Santificação e Glorificação.

 

A Justificação é o ponto de partida.

A Santificação é o caminho a percorrer.

A Glorificação é a meta a que se tem de chegar.

 

A Justificação é a lavagem das vestes.

A Santificação é andar com as vestes brancas.

A Glorificação é entrar nas bodas do palácio real.

 

A Justificação nos faz sair do poço do pecado.

A Santificação nos guarda de cair novamente nele.

A Glorificação fará desaparecer o poço.

 

A Justificação é a justiça divina imputada ao pecador.

A Santificação é a santidade divina comunicada ao crente.

A Glorificação é a glória divina partilhada com o santo.

 

A Justificação é o ladrão na cruz.

A Santificação é Enoque andando com Deus.

A Glorificação é assentar-se á mesa com Abraão, Isaque e Jacó.

 

A Justificação é Cristo na cruz do Calvário.

A Santificação é Cristo no trono da graça.

A Glorificação é Cristo em Sua 2ª vinda em glória e majestade.

 

A Justificação ocorreu quando estávamos no mundo (passado).

A Santificação ocorre enquanto andamos pelo caminho que conduz ao céu (Presente).

A Glorificação ocorrerá quando chegarmos ao céu (futuro).

 

A Justificação é: “Eis que já estás são”.

A Santificação é: “Vai-te e não peques mais”.

A Glorificação é: “Não haverá lembrança das coisas passadas”.

 

A Justificação é obra de um momento.

A Santificação é obra de toda a vida terrestre.

A Glorificação é obra da eternidade.

 

A Justificação é fazer o barco afundado flutuar.

A Santificação é a viagem de barco até o porto desejado.

A Glorificação é a chegada ao porto da salvação.

 

“Por isso que Deus nos escolheu desde o princípio para a salvação pela santificação do Espírito e fé na verdade.” II Tess. 2:13.

 

Referências

        Apolinário,Pedro. EXPLICAÇÃO DE TEXTOS DIFÍCEIS DA BÍBLIA, 4 Ed.- São Paulo:

EDITORA UNIVERSITÁRIA ADVENTISTA INSTITUTO ADVENTISTA DE ENSINO, 1990. Cap 01

s ou capítulos

A Trindade

Publicado: julho 14, 2012 em Uncategorized

“Existe um só Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, uma unidade de
três pessoas co‑eternas.” – Manual da Igreja pág. 9.

“Deus, o Eterno Pai, é o Criador, o Originador, o Mantenedor e o
Soberano de toda a criação. Ele é justo e santo, compassivo e clemente,
tardio em irar‑Se, e Grande em constante amor e fidelidade. As
qualidades e os poderes manifestos no Filho e no Espírito Santo também
constituem revelações do Pai.” (Manual da Igreja pág. 9 e 10).

“Deus, o Filho Eterno, encarnou‑se em Jesus Cristo. Por meio
dEle foram criadas todas as coisas, é revelado o caráter de Deus, efetuada
a salvação da humanidade e julgado o mundo. Sendo para sempre
verdadeiramente Deus, Ele se tornou também verdadeiramente homem,
Jesus o Cristo…” (Manual da Igreja pág. 10).

“Deus, o Espírito Santo, desempenhou uma parte ativa com o
Pai e o Filho na Criação, Encarnação e Redenção. Inspirou os escritores
das Escrituras. Encheu de poder a vida de Cristo. Atrai e convence os
seres humanos; e os que se mostram sensíveis são renovados e
transformados por Ele, à imagem de Deus. Enviado pelo Pai e pelo Filho
para estar para sempre com Seus filhos, Ele concede dons espirituais à
igreja, a habilita a dar testemunho de Cristo e, em harmonia com as
Escrituras, guia‑a em toda a verdade.” – Manual da Igreja pág. 10.

A LEI DE DEUS

Publicado: dezembro 16, 2011 em 10 mandamentos, Lei
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Eu

Não terás outros deuses diante de mim.

II

Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do: que está nos céus acima, ou que está em baixo na terra, ou que está na água sob a terra: tu não te encurvarás a elas nem as servi-los: porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam, e faço misericórdia a milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos .

III

Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão, porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão.

IV

Lembra-te do dia de sábado, para santificá-lo. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus: nele não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, teu servo, nem a tua serva , nem o teu animal, nem o teu estrangeiro que está dentro das tuas portas porque em seis dias o Senhor fez os céus ea terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto abençoou o Senhor o dia de sábado, e santificou.

V

Honra a teu pai ea tua mãe, para que teus dias se prolonguem sobre a terra que o Senhor teu Deus te dá.

VI

Não matarás.

VII

Tu não cometerás adultério.

VIII

Não furtarás.

IX

Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.

X

Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.

Sermão de Cristo no Monte "Todo aquele que os praticar e ensinar-lhes ... será chamado grande no reino dos céus".  Matt.  5:19.
Sermão de Cristo no Monte
“Todo aquele que os praticar e ensinar-lhes … será chamado grande no reino dos céus”. Matt. 5:19.

A LEI DE DEUS

É um ditado popular, “A majestade da lei.” Isso significa que o caráter e o gênio de um governo são incorporados e expressos em suas leis. As palavras de inspiração para nós declarar a majestade da lei do Altíssimo.

O caráter da lei de Deus

A infinita perfeição do caráter divino se reflete nele.

“A lei do Senhor é perfeita, e refrigera a alma.” Sl. 19:07.

Como Deus é santidade e de justiça e bondade, assim também é a Sua lei.

“Portanto a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom.” Rom. 7:12.

Seu Escritório

A lei de Deus dá o conhecimento da justiça de seu grande Autor.

“Ouvi-Me, vós que conheceis a justiça, povo em cujo coração está a minha lei”. Isa. 51:7.

Ele marca a cada partida de justiça, como pecado.

“Qualquer que comete pecado, também transgride a lei: para o pecado é a transgressão da lei”. 1 João 3:4.

Não é apenas um código para a regulação da conduta externa. É a lei moral, o padrão primordial da justiça estabelecida pelo Criador para suas criaturas. Não há um impulso do íntimo da alma, que não é atingido por ela. É a palavra que, viva e eficaz, é “mais penetrante que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração . ” Heb. 4:12.

Cara a cara com esta lei santa, ouvimos nela a voz de Deus dizendo: “Sede santos,. Porque eu sou santo” Cada alma deve confessar sua culpa diante do poder em busca da lei de Deus.Todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de fazer. “Culpado!”confessamos. A sós com a nossa culpa, não poderia haver raio de esperança.

“As ameaças da lei quebradaImpress a alma com medo;Se Deus Sua espada de chamar a vingança,Ele atinge o espírito morto. “

Graças a Deus, não somos deixados sozinhos; ajuda é colocada sobre um poderoso para salvar.

“Mas teu sacrifício ilustreHath respondido a essas demandas,E a paz eo perdão dos céussão oferecidos por tuas mãos. “

A Lei de Deus desde o Princípio

A lei de Deus existia desde o início. Quando Adão pecou, ​​ele transgrediu essa lei santos, porque “o pecado é a transgressão da lei”. Lei de Deus não estava comprometido com a escrita até os dias de Moisés, quando o Senhor começou a fazer suas revelações escrito para os filhos dos homens. Mas desde Adão até Moisés os preceitos da lei de Deus estavam ensinando a justiça e condenação do pecado.

“Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, e assim a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram: (para até que a lei [a doação de que no Sinai] o pecado estava no mundo :. mas o pecado não é imputado quando não há lei entanto a morte reinou desde Adão até Moisés) “Rom.. 5:12-14.

A declaração de esta escritura é: Sem a lei, não pode haver pecado. Mas o pecado e a morte foram desde Adão até Moisés, em cujo dia a lei foi falado no Sinai, por isso a lei de Deus estava em vigor desde o início. Seus preceitos foram testemunhada por todos pregador da justiça levantados por Deus nos dias antes do dilúvio e nos seguintes idade patriarcal. De Abraão, o Senhor diz:

“Abraão obedeceu à minha voz, e guardaram a minha ordenança, os meus mandamentos, os meus estatutos, e as minhas leis.” Gênesis 26:5.

O Senhor chamou seu povo do Egito, para que eles possam manter a sua lei. Sua mensagem para o Faraó foi: “Deixe meu povo ir, para que me sirva.” Ex. 9:1. Ele os livrou da escravidão pelo Seu braço forte, e abriu o Mar Vermelho para levá-los adiante para obediência, como disse o salmista,

“Ele trouxe o Seu povo com alegria, e os seus escolhidos com regozijo: … que eles possam observar os seus estatutos, e guardar Suas leis.” Ps. 105:43-45.

Em cativeiro egípcio os filhos de Abraão deve ter perdido grande parte da pureza da verdade de Deus, e contudo o Senhor realizou-los sob a obrigação de conhecer a Sua lei o preceito do sábado em particular, antes de chegarem ao Sinai, ou jamais Ele tinha proclamado a lei em suas audição. Testou-los na matéria pela doação do maná, como Ele disse,

“Que eu possa prová-los, se anda em Minha lei ou não.” Ex. 16:04.

Desde o início, a santa lei de Deus exigia a obediência fiel de cada ser humano.

Proclamou  no Sinai

O Senhor havia entregado o povo de Israel do cativeiro egípcio para que pudessem servi-Lo e fazer seus caminhos conhecida entre as nações. Este foi, segundo a promessa feita a Abraão.Para eles foi cometido a revelação escrita de Deus, e através deles estava por vir na plenitude do tempo, o Messias prometido.

MOISÉS QUEBRA AS MESAS DA LEI "Ele escreveu em duas tábuas de pedra."  Deut.  4:13.
MOISÉS QUEBRA AS TÁBUAS DA LEI
“Ele escreveu em duas tábuas de pedra.” Deut. 4:13.

Enquanto o Senhor neste momento “a conhecer os seus caminhos a Moisés,” e havia começado a revelação escrita que se tornou “o volume do livro,” as Sagradas Escrituras, uma porção da revelação não foi deixada para o profeta de Deus para falar ou para a caneta inspirado a escrever. O Senhor proclamou Sua santa lei com Sua própria voz, e deu aos homens uma cópia “, escrito pelo dedo de Deus”. Moisés disse isso:

“O Senhor falou-vos do meio do fogo; ouvistes a voz das palavras, mas não vistes forma alguma; apenas ouvistes uma voz E ele vos anunciou o seu pacto, e ordenou-lhe executar, mesmo dez. mandamentos, e os escreveu em duas tábuas de pedra “. Deut. 4:12, 13.

Este ecrã de majestade e glória indescritível foi projetado para ensinar como sagrado e santo é a lei, e para fazer com que os homens para temer a transgredir seus preceitos. Ex. 20:20.

Não fosse por si só que a lei estava comprometido com Israel. Eles foram para ensinar a verdade aos outros. Como o Novo Testamento diz, era muito a sua vantagem que “lhes foram confiados os oráculos de Deus”. Rom. 3:2. Mas “recebeu palavras de vida para dar a nós.”Através da obediência à lei divina, eram para ser uma luz para as nações.

“Guardai, pois, e fazê-las, pois esta é a sua sabedoria eo vosso entendimento perante os olhos das nações, que ouvirão todos estes estatutos, e dirão: Esta grande nação é um povo sábio e entendido Pois, que nação há tão grande. , que tenha deuses tão chegados a si? ” Deut. 4:6, 7.

Um comentário interessante sobre estas palavras é fornecida por um discurso de Phalerius, bibliotecário de Ptolomeu Filadelfo, rei do Egito. Exortando o rei por todos os meios para garantir cópias dos livros sagrados dos judeus por sua grande biblioteca de Alexandria, Phalerius disse:

“Agora é necessário que tenhas cópias exatas deles E de fato essa legislação é cheia de sabedoria oculta, e totalmente irrepreensível, como sendo a legislação de Deus,. Por cuja causa é, como diz Hecateus de Abdera, que os poetas e historiadores não fazem nenhuma menção a ele, nem daqueles homens que levam suas vidas de acordo com ela, pois é uma lei santa, e não deveria ser publicada pela boca profana. “- Josefo, “Antiguidades”, livro 12, cap. 2, sec. 4.

Infiel como o povo judeu, muitas vezes, foram, no entanto, através de seu testemunho e as relações de Deus com eles, a fama de os oráculos vivos foi espalhado entre as nações antigas.

Um Deus-Um padrão moral

“Não há um Legislador.” James 4:12. Ele é sempre o mesmo, e Sua lei é a norma de justiça para toda a humanidade. Não havia um padrão moral antes de Cristo e outro depois. A morte de Cristo na cruz, porque o homem havia quebrado a lei, é o testemunho divino para todo o universo que a lei de Deus nunca pode ser posta de lado, nem a sua força de suspensão. Jesus abriu-lhe o ensino público com a declaração:

“Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir Porque em verdade vos digo que, até que o céu ea terra passem, nem um jota ou um til jamais, em nenhuma passagem sábio. . partir da lei, até que tudo seja cumprido Aquele, pois, que violar um destes mandamentos, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus, mas aquele que os praticar e ensinar, esse será chamado grande no reino dos céus “. Matt. 5:17-19.

A lei moral dos dez mandamentos é um código, cada preceito igualmente sagrados e igualmente obrigatória:

“Qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Agora, se tu não cometeres adultério, mas és homicida, estás feito transgressor da lei. Assim falai, e assim procedei, como devendo ser julgados pela lei da liberdade “. Tiago 2:10-12.

A lei de Deus ainda fala com toda a força daquela voz do Sinai, e ele fala com toda a alma sobre a terra:

“Agora sabemos que tudo o que diz a lei, disse-lhes que estão debaixo da lei. Que toda a boca esteja fechada e todo o mundo seja condenável diante de Deus” Rom. 3:19.

Assim, a lei de Deus condena todos os homens do pecado, e iria conduzir cada um para Cristo para perdão e pelo dom divino da graça e do poder da obediência.

A lei-o cerimonial preceitos e ordenanças ordenou para que o sistema deixou-sacrificial com o sacrifício do Calvário, como todas estas observâncias cerimoniais apontavam para a cruz. Não pode haver confusão da lei moral ea lei cerimonial. A lei cerimonial de tipos e sombras em si mostrou que uma primária ou lei maior, a moral da lei havia sido violada, fazendo um sacrifício necessário divina, se os transgressores fossem salvos da morte e restaurado à obediência.

O padrão no Juízo

A lei do governo moral de Deus, que é a regra de vida para cada criatura, deve necessariamente ser o padrão no grande dia do juízo. A Escritura afirma a soma de todas as obrigações e responsabilidade humanas nas palavras:

“Vamos ouvir a conclusão de toda a questão: Teme a Deus e guardamos os seus mandamentos, porque isto é o dever de todo homem Porque Deus há de trazer a juízo toda obra, com cada coisa secreta, quer seja bom, ou se ela. seja mau. ” Eccl. 12:13, 14.

Cada filho e filha de raça perdida de Adão é o julgamento vinculado, para responder perante o tribunal de Deus as exigências da lei perfeita. A justiça divina não pode diminuir nem um jota ou til dos requisitos da lei santa, nem por qualquer meio inocente o culpado. Mas a misericórdia divina forneceu o caminho pelo qual Deus pode “ser justo eo justificador daquele que tem fé em Jesus.”

O DOM DE DEUS "Porque Deus amou o mundo, que deu o seu Filho unigênito."  João 3:16.
O DOM DE DEUS
“Porque Deus amou o mundo, que deu o seu Filho unigênito.” João 3:16.
fonte WEb-Books

Sinais nos céus "vocês não podem discernir os sinais dos tempos?"  Matt.  16:03.

Sinais nos céus
“vocês não podem discernir os sinais dos tempos?” Matt. 16:03.

“O sol se escurecerá”

Lembramos que na visão de sinais dos últimos dias dado ao profeta João, ele viu o “grande terremoto”, seguido de um sinal no céu:

“O sol se tornou negro como saco de cilício, e a lua tornou-se como sangue.” Rev. 06:12.

Deste evento, nosso Salvador falou, dando os sinais de Sua segunda vinda que deveriam começar a aparecer após o corte curto dos dias de perseguição. Repetimos Suas palavras:

“Imediatamente depois da tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz.” Mat. 24:29.

A Profecia Cumprida

Fiel ao fim da profecia, após o terremoto de 1755 na Europa, veio, na América, o segundo sinal do fim se aproximando, o maravilhoso escurecimento do sol, conhecido na história como “o Dia Escuro”.

Este sinal apareceu na hora indicada na profecia, “imediatamente após a tribulação daqueles dias”, ou “naqueles dias, depois daquela aflição.” Em 19 de maio de 1780, o sol escureceu e na noite seguinte a lua não deu a sua luz, a verdade é que  o tempo da profecia chegou, o sinal apareceu.

O primeiro volume das “Memórias da Academia Americana de Artes e Ciências”, publicado em Boston em 1785, contém um artigo intitulado, “um relato de uma Escuridão Muito Pouco frequentes nos Estados da Nova Inglaterra, 19 de maio, 1780. By Samuel Williams, AM, Hollis Professor de Matemática e Filosofia na Universidade de Cambridge [Massachusetts]. ”

Da extensão, duração e grau de escuridão naquela ocasião, este observador científico disse:

“A extensão dessas trevas foi muito marcante …. Pelos relatos que foram recebidos, parece ter se estendido por toda a Nova Inglaterra Estados. Observou-se como Extremo Oriente como Falmouth [Portland, Maine]. Para o oeste , ouvimos de sua alcançando as partes mais distantes do Connecticut e Albany. Para o sul, foi observado ao longo da costa marítima. E para o norte ….

“No que diz respeito à sua duração, continuou neste lugar, pelo menos, 14 horas, mas é provável que não era exatamente o mesmo em diferentes partes do país A aparência e os efeitos foram, como tendia a tornar a perspectiva extremamente aborrecido e triste. . Velas foram acesas até nas casas, o canto dos pássaros desapareceu, e tudo ficou em silêncio; as aves retiraram-se para pernoitar; os galos estavam cantando todos em torno de como ao romper do dia; objetos não poderiam ser distinguidos,… e tudo tinha a aparência e a melancolia da noite “. (Veja as páginas 234-246.)

 

” O Dia das Trevas , 19 de maio de 1780, assim chamada por conta de uma escuridão notável nesse dia que se estende por toda a Nova Inglaterra …. O obscurecimento começou há cerca de dez horas da manhã, e continuou até meados da próxima noite, mas com diferença de grau e duração em lugares diferentes …. A verdadeira causa deste fenômeno notável não é conhecido. ”

Causa desconhecida

Na época, alguns tentaram  explicar a escuridão como sendo devido à fumaça de incêndios florestais, outros por  aumento excepcional de vapores e poeira atmosférica na primavera quente após o derretimento das neves do inverno incomumente pesadas. Mas os incêndios florestais não foram de ocorrência extraordinária nestas regiões,; ainda 19 maio de 1780, ainda permanece único nos anais dos tempos modernos como “o dia escuro  “. No entanto os observadores e escritores discordaram quanto à natureza do manto de escuridão que foi elaborado na Nova Inglaterra naquele dia, eles eram um em reconhecer o caráter extraordinário do evento.

Os fatos são totalmente cobertas pela declaração no dicionário, “A verdadeira causa deste fenômeno notável não é conhecida.”

O que sabemos é que a profecia do Salvador se cumpriu: Logo depois da tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz.” E quando o tempo para que veio, o sinal apareceu.

Grande chuva meteórica 13 de novembro de 1833 "As estrelas do céu caíram sobre a terra, mesmo quando a figueira lança seus figos verdes, quando abalada por um vento forte."  Rev. 06:13.
Grande chuva meteórica 13 de novembro de 1833
“As estrelas do céu caíram sobre a terra, mesmo quando a figueira lança seus figos verdes, quando abalada por um vento forte.” Rev. 06:13.


Em seguida, os santos serão entregues na sua mão
Para um tempo, tempos e metade de um tempo (Daniel 7:25 NTLH).

Nessa passagem, um “tempo” representa um ano. O período descrito como “tempo, tempos e metade de um tempo” é, portanto,  três anos e meio . O O Livro da Bíblia confirma o periodo “três anos e meio.”Para confirmação deste período de tempo, podemos ir a Apocalipse 12:14 , que usa a mesma expressão.

Em outros versos, o mesmo evento é descrito em palavras diferentes. Este paralelismo nos dá maior clareza sobre o período de tempo de precisão envolvidos. Em Apocalipse 12:6, o mesmo período de tempo é dado como “, 1260 mil dias .” Isto é 1260 dias proféticos, ou três anos e meio profético.

Na profecia bíblica, um dia representa um ano. Números 14:34 diz: “Depois que o número dos dias em que espiastes a terra, quarenta dias, cada dia por um ano, levareis sobre vós as vossas iniqüidades, mesmo 40 anos.” Veja também Ezequiel 04:06 .

De acordo com o princípio dia-ano , 1260 dias proféticos torna-se 1260 anos. A palavra usada aqui para “tempo” significa um ano profético constituído por 360 dias. Portanto, “tempo, tempos e metade de um tempo” se refere a três anos e meio profético, consistindo em 1.260 dias proféticos. Esta é destaque no paralelismo da profecia em Apocalipse, onde o período de três anos e meio é comparado com 1260 dias proféticos, ou 1.260 anos literal.

O Papado iria perseguir os santos (o povo de Deus) por 1260 anos. A supremacia legalmente reconhecida do Papa começou em 538 dC, quando o Imperador Justiniano elevou o Bispo de Roma para o cargo de Chefe de todas as Igrejas. Isto é conhecido como o Edito de Justiniano.

Adicionando 1.260 anos a 538 AD nos leva a 1798, que é o ano, o Papa foi deposto quando o general francês Berthier, sob  o comando Napoleão, levou-o para o cativeiro. Napoleão aparentemente tentou esmagar o Papado, e cerca de 18 meses mais tarde o Papa morreu no exílio, em Valence, França. Este ato terminou com  o poder papal .

A Bíblia identifica claramente o sistema papal como o Anticristo. O Papado se colocou no lugar de Jesus Cristo na Terra, e afirma ser capaz de mediar entre as pessoas e Deus. Os grandes reformadores estavam todos unidos em seu reconhecimento de Roma papal como o poder Anticristo.

Mas a Bíblia prevê que esse mesmo poder continuará a reinar até o final, e voltará a fazer valer seus  decretos contrários a lei de Deus.


Veja a esta linda ilustração do grande milagre que Deus fez nós

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Eis o Teste
“À Lei e ao Testemunho! Se eles não falarem segundo esta Palavra, nunca verão a alva.” Isa. 8:20. O povo de Deus é encaminhado às Santas Escrituras como a salvaguarda contra a influência dos falsos ensinadores e poder ilusório dos espíritos das trevas. Satanás emprega todo artifício possível para impedir os homens de obter conhecimento da Bíblia; pois os claros ensinos desta põem a descoberto os seus enganos. Em todo avivamento da obra de Deus o príncipe do mal está desperto para atividade mais intensa; aplica atualmente todos os seus esforços em preparar-se para a luta final contra Cristo e Seus seguidores. O último grande engano deve logo patentear-se diante de nós. O anticristo vai operar suas obras maravilhosas à nossa vista. Tão meticulosamente a contrafação se parecerá com o verdadeiro, que será impossível distinguir entre ambos sem o auxílio das Escrituras Sagradas. Pelo testemunho destas toda declaração e todo prodígio deverão ser provados. O Conflito dos Séculos, pág. 593.
Não Bastam Milagres?
O homem que torna a operação de milagres a prova de sua fé verificará que Satanás pode, por meio de uma variedade de enganos, efetuar prodígios que parecerão genuínos milagres. Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 52.
Satanás é um astuto obreiro, e introduzirá falsidades
Pág. 48
sutis para obscurecer e confundir a mente e extirpar as doutrinas da salvação. Os que não aceitam a Palavra de Deus tal qual reza, serão apanhados em sua armadilha. Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 52.
Os anjos maus estão em nossos calcanhares a cada momento. … Eles ocupam novo território, e operam maravilhas e milagres a nossa vista. …
Alguns serão tentados a aceitar essas maravilhas como sendo de Deus. Enfermos serão curados à nossa vista. Milagres se efetuarão aos nossos olhos. Estamos nós apercebidos para a prova que nos aguarda quando as mentirosas maravilhas de Satanás forem mais amplamente exibidas? Não serão muitas pessoas enredadas e arrebatadas? Separando-se dos positivos preceitos e mandamentos de Deus, e dando ouvido às fábulas, o espírito de muitos se está preparando para receber esses milagres de mentira. Cumpre buscarmos todos armar-nos para o combate em que nos havemos de em breve empenhar. A fé na Palavra de Deus, o estudo apoiado pela oração e aplicado praticamente, será nossa proteção contra o poder de Satanás, levando-nos à vitória pelo sangue de Cristo. Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 100.
As Curas Podem Provir de Satanás
Acho-me instruída a dizer que no futuro será necessária grande vigilância. Importa que não haja nenhuma ignorância espiritual entre o povo de Deus. Espíritos maus acham-se ativamente empenhados em buscar controlar a mente de seres humanos. Os homens estão-se atando em molhos, prontos a serem consumidos no fogo dos últimos dias. Os que rejeitam a Cristo e Sua justiça aceitarão o engano que está inundando o mundo. Os cristãos devem ser sóbrios e vigilantes, resistindo com firmeza ao adversário, o diabo, que anda em derredor bramando como leão, buscando a quem possa tragar. Homens, sob a influência de espíritos maus operarão milagres. …
Não precisamos ser enganados. Cenas assombrosas, com as quais Satanás estará intimamente ligado, terão lugar em
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breve. A Palavra de Deus declara que Satanás operará milagres. Fará com que as pessoas fiquem doentes, e depois, de repente removerá delas seu poder satânico. Serão consideradas então como curadas. Essas obras de cura aparente levarão os adventistas do sétimo dia à prova. Muitos que tiveram grande luz deixarão de andar na luz, porque não se tonaram um com Cristo. Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 53.
Se aqueles por quem são realizadas curas, acham-se dispostos, por causa dessas manifestações, a desculpar sua negligência da lei de Deus, e continuam em desobediência, embora tenham à disposição poder ilimitado, não se segue que possuam o grande poder de Deus. Ao contrário, é o poder operador de milagres do grande enganador. Ele é transgressor da lei moral, e emprega todo ardil que possa usar para cegar os homens a seu verdadeiro caráter. Somos advertidos de que nos últimos dias ele trabalhará com sinais e prodígios de mentira. E continuará esses prodígios até ao fim da graça para que os indique como prova de que ele é um anjo de luz e não de trevas. Mensagens Escolhidas, vol. 2, págs. 50 e 51.
Falsas “Línguas” Identificadas em 1864
O espírito de fanatismo tem dominado certa classe de observadores do sábado ali [no Leste dos Estados Unidos]; eles não têm bebido senão levemente da fonte da verdade, e não estão familiarizados com o espírito da mensagem do terceiro anjo. …
Algumas dessas pessoas têm formas de culto a que chamam dons, e dizem que o Senhor os pôs na igreja. Têm uma linguagem confusa sem sentido a que chamam língua desconhecida, desconhecida não só ao homem, mas ao Senhor e a todo o Céu. Tais dons são manufaturados por homens e mulheres ajudados pelo grande enganador. O fanatismo, a exaltação, o falso falar línguas e os cultos ruidosos, têm sido considerados dons postos na igreja de Deus. Alguns têm sido iludidos a esse respeito. …
O fanatismo e o ruído têm sido considerados indícios
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especiais de fé. Algumas pessoas não se satisfazem com uma reunião, a menos que experimentem momentos de poder e de alegria. Esforçam-se por isso, e chegam a uma confusão dos sentimentos.
A influência dessas reuniões, porém, não é benéfica. Ao passar o auge do sentimento, essas pessoas imergem mais fundo que antes da reunião, pois sua satisfação não proveio da devida fonte. As mais proveitosas reuniões para o bem espiritual, são as que se caracterizam pela solenidade e o profundo exame do coração, cada um procurando conhecer-se a si mesmo e, com sinceridade e profunda humildade, buscando aprender de Cristo. …
Há estrelas errantes que professam ser ministros enviados por Deus, os quais andam pregando o sábado de lugar em lugar, mas que têm a verdade misturada com o erro, e estão lançando ao povo a massa de seus discordantes pontos de vista. Satanás os empurrou para dentro a fim de causar desagrado aos inteligentes e sensatos que não são membros. Alguns desses têm muito a dizer sobre os dons, e são muitas vezes especialmente agitados. Entregam-se a sentimentos desordenados e produzem sons ininteligíveis, a que chamam o dom de línguas, e certa classe parece encantada com essas estranhas manifestações. Reina entre essa classe um espírito estranho, que subjuga e passa por cima de quem quer que os reprove. O Espírito de Deus não está nessa obra e não acompanha a tais obreiros. Eles têm outro espírito. Testemunhos Seletos, vol. 1, págs. 161 e 163.
O mundo não será convertido pelo dom de línguas, ou pela operação de milagres, mas pela pregação de Cristo crucificado. Testemunhos Para Ministros, pág. 424.

Livro Reavivamento e seus resultados

Equilíbrio Entre Fé e Obras

Publicado: novembro 19, 2011 em ELLEN G. WHITE,
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Testemunho Vivo
“Sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que Se torna galardoador dos que O buscam.” Heb. 11:6. Há no mundo cristão muitos que declaram que tudo que é necessário para a salvação é ter fé; as obras nada são , só a fé é necessária. A Palavra de Deus, porém, nos diz que a fé, se não tiver obras, por si só está morta.
Muitos se recusam a obedecer aos mandamentos de Deus, mas dão grande importância à fé. Mas a fé tem de ter alicerce. As promessas de Deus são todas feitas sob condições. Se cumprirmos a Sua vontade, se andarmos na verdade, poderemos então pedir o que quisermos, e ser-nos-á feito. Enquanto nos empenharmos fervorosamente em ser obedientes, Deus ouvirá nossas petições; mas Ele não nos abençoará na desobediência. Se preferirmos desobedecer aos Seus mandamentos, poderemos clamar: “Fé, fé, apenas ter fé!” e da segura Palavra de Deus virá a resposta: “A fé sem obras é morta.” Tia. 2:26. Semelhante fé será como o metal que soa ou o sino que tine.
Para termos os benefícios da graça de Deus, temos de fazer a nossa parte; temos de trabalhar fielmente, e produzir frutos dignos de arrependimento. Somos coobreiros de Deus. Não deveis assentar-vos indolentemente a espera de uma grande ocasião a fim de fazerdes uma grande obra pelo Senhor. Não deveis negligenciar o dever que está justamente no vosso caminho; deveis, sim, aproveitar
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as pequenas oportunidades que se apresentam em torno de vós. Deveis prosseguir fazendo o melhor que vos seja possível nas pequenas obras da vida, assumindo de coração e com fidelidade a obra que a providência de Deus vos designou. Por pequena que seja, deveis fazê-la com toda a perfeição com a qual faríeis uma obra maior. Vossa fidelidade será aprovada nos registros do Céu.
Não precisais esperar até que vosso caminho seja aplainado a vossa frente; ponde-vos ao trabalho, para aperfeiçoardes os talentos que vos foram confiados. Nada tendes que ver com o que o mundo pense de vós. Sejam vossas palavras, vosso espírito, vossos atos, um vivo testemunho em prol de Jesus, e o Senhor cuidará de que o testemunho para Sua glória, dado por uma vida bem-ordenada e santo trato, se aprofunde e intensifique em poder. Seus resultados podem jamais ser vistos na Terra, mas se tornarão manifestos diante de Deus e dos anjos.
Qual é Minha Parte?
Temos de fazer, de nossa parte, tudo que pudermos para combater o bom combate da fé. Devemos lutar, labutar, empenhar-nos, esforçar-nos desesperadamente por entrar pela porta estreita. Temos de ter sempre o Senhor perante nós. De mãos limpas, coração puro, devemos procurar honrar a Deus em todos os nossos caminhos. Foi-nos provido auxílio nAquele que é poderoso para salvar. O espírito da verdade e da luz nos avivará e renovará por suas misteriosas operações, pois todo o nosso proveito espiritual vem de Deus, não de nós mesmos. O obreiro fiel terá o auxílio do poder divino, mas o ocioso não será sustentado pelo Espírito de Deus.
Em certo sentido somos lançados sobre nossas próprias energias; devemos lutar fervorosamente por ser zelosos e arrepender-nos, limpar as mãos e purificar o coração de toda mancha; devemos alcançar a mais alta norma, crendo que Deus nos ajudará em nossos esforços. Devemos
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buscar, se quisermos achar, e buscar com fé; temos de bater, para que a porta se abra. A Bíblia nos ensina que tudo que se relaciona com a nossa salvação depende de nosso próprio procedimento. Se perecermos, a responsabilidade repousará inteiramente sobre nós mesmos. Se foi tomada providência, e se aceitamos as condições apresentadas por Deus, podemos apropriar-nos da vida eterna. Temos de ir a Cristo com fé, temos de procurar com diligência confirmar nossa vocação e eleição.
Uma Fé que Nada Faz?
O perdão dos pecados é prometido àquele que se arrepende e crê; a coroa da vida será a recompensa daquele que é fiel até o fim. Podemos crescer na graça aperfeiçoando-nos pela graça que já possuímos. Devemos conservar-nos imaculados do mundo, se é que queremos ser achados irrepreensíveis no dia de Deus. Fé e obras vão de mãos dadas, agem harmoniosamente na obra de alcançarmos a vitória. Obras sem fé são mortas, e morta é a fé sem as obras. Obras jamais nos salvarão; são os méritos de Cristo que têm valor. Pela fé nEle, Cristo tornará todos os nossos imperfeitos esforços aceitáveis a Deus. A fé que de nós é requerido possuir não é uma fé de nada fazer; fé salvadora é a que opera por amor, e purifica a alma. Aquele que levantar a Deus mãos santas, sem ira nem contenda, andará inteligentemente no caminho dos mandamentos de Deus.
Se é que queremos ter o perdão de nossos pecados, temos de primeiro entender o que é o pecado, a fim de podermos nos arrepender, e produzir frutos dignos de arrependimento. Temos de ter um sólido alicerce para nossa fé; ela tem de alicerçar-se na Palavra de Deus, e seus resultados se verão na obediência à Sua expressa vontade. Diz o apóstolo que sem santificação “ninguém verá o Senhor”. Heb. 12:14.
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Bem-Equilibrados
A fé e as obras nos conservarão bem-equilibrados, e nos trarão êxito na obra de aperfeiçoar um caráter cristão. Diz Jesus: “Nem todo o que Me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade de Meu Pai, que está nos Céus.” Mat. 7:21. Falando do alimento temporal, disse o apóstolo: “Porque, quando ainda estávamos convosco, vos mandamos isto: que, se alguém não quiser trabalhar, não coma também.” II Tess. 3:10. A mesma regra aplica-se ao nosso alimento espiritual; se alguém quiser o pão da vida eterna, esforce-se por obtê-lo.
Vivemos num importante e interessante período da história terrestre. Necessitamos de mais fé do que jamais tivemos; precisamos maior firmeza, vinda do alto. Satanás está operando com todo o poder para alcançar vitória sobre nós, pois sabe que lhe resta bem pouco tempo para trabalhar. Paulo operava sua salvação com temor e tremor; e não deveríamos nós temer que, tendo-nos sido deixada uma promessa, qualquer de nós deixe de alcançá-la, demonstrando-se indigno da vida eterna? Devemos vigiar e orar, lutar com desesperado esforço para entrar pela porta estreita.
Não existe desculpa para o pecado, ou para a indolência. Jesus abriu o caminho, e deseja que Lhe sigamos as pegadas. Ele sofreu, Ele sacrificou-Se como nenhum de nós o pode fazer, a fim de pôr ao nosso alcance a salvação. Não precisamos desanimar-nos. Jesus veio ao nosso mundo para trazer ao homem poder divino, a fim de que, por Sua graça, fôssemos transformados em Sua semelhança.
O Melhor Possível e… que Mais?
Se está em nosso coração obedecer a Deus, se fazemos esforços nesse sentido, Jesus aceita essa disposição e esforço como o melhor serviço do homem, e supre a deficiência com Seu mérito divino. Ele não aceitará, porém,
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os que, alegando ter fé nEle, são desleais ao mandamento de Seu Pai.
Ouvimos muito acerca de fé, mas precisamos ouvir muito mais acerca de obras. Muitos se iludem, vivendo uma religião fácil, acomodatícia, sem cruz. Jesus, porém, diz: “Se alguém quiser vir após Mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz e siga-Me.” Mat. 16:24. The Signs of the Times, 16 de junho de 1890.
Como Dois Remos
Se formos fiéis em fazer a nossa parte, cooperando com Ele, Deus operará por nós [para cumprirmos] Sua vontade. Deus não pode, porém, operar por nós se não fizermos esforço algum. Se quisermos alcançar a vida eterna temos de trabalhar, e trabalhar fervorosamente. … Não nos iludamos com a afirmação, muito repetida: “Tudo que se tem que fazer é crer.” Fé e obras são dois remos que temos que usar igualmente se [quisermos] romper rio acima, contra a corrente da incredulidade. “A fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma.” Tia. 2:17. O cristão é homem de pensamento e prática. Sua fé fixa firmemente em Cristo as suas raízes. Pela fé e pelas boas obras conserva ele sua espiritualidade robusta e sadia, e sua força espiritual aumenta à medida que se empenha em fazer as obras de Deus. Review and Herald, 11 de junho de 1901.
Uma Mensagem Equilibrada
Sejam meus irmãos muito cuidadosos em como apresentam ao povo o assunto da fé e das obras, para que não fiquem confundidos. …
Que homem algum apresente a idéia de que o homem pouco ou nada tem que fazer na grande obra de vencer; pois Deus nada faz para o homem sem a sua cooperação. Nem digais que, depois de haverdes feito tudo que de vossa parte seja possível, Jesus vos ajudará. Disse Cristo: “Sem Mim nada podereis fazer.” João 15:5.
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De princípio a fim deve o homem ser coobreiro de Deus. A menos que o Espírito Santo opere no coração humano, a cada passo tropeçaremos e cairemos. Os esforços do homem, somente, são nada mais que nulidade; mas a cooperação com Cristo significa vitória. …
Não deixeis nunca em vossa mente a impressão de que pouco ou nada haja que fazer da parte do homem; ensinai-o a cooperar com Deus, que assim poderá vencer.
Que ninguém diga que vossas obras nada têm a ver com vossa categoria e posição diante de Deus. No juízo, a sentença pronunciada será de acordo com o que tenha sido feito ou deixado de fazer. (Mat. 25:34-40.)
Esforço e trabalho são necessários da parte do recebedor da graça de Deus; pois é o fruto o que torna manifesto qual a espécie de árvore. Embora as boas obras, sem a fé em Jesus, não sejam de mais valor do que foi a oferta de Caim, contudo, cobertas com os méritos de Cristo, testificam da dignidade do que as pratica, de herdar a vida eterna. Aquilo que no mundo é considerado moralidade, não alcança a norma divina e não tem mais mérito diante do Céu do que teve a oferta de Caim. Mensagens Escolhidas, vol. 1, págs. 379-382.


 

A santificação que ora adquire preeminência no mundo religioso, traz consigo o espírito de exaltação própria e o desrespeito pela lei de Deus, que a estigmatizam como estranha a religião da Escritura Sagrada. Seus defensores ensinam que a santificação é obra instantânea, pela qual, mediante a fé apenas, alcançam perfeita santidade. “Crede tão-somente,” dizem, “e a bênção será vossa.” Nenhum outro esforço, por parte do que recebe, se pressupõe necessário. Ao mesmo tempo negam a autoridade da lei de Deus, insistindo em que estão livres da obrigação de guardar os mandamentos. Mas é possível aos homens ser santos, de acordo com a vontade e caráter de Deus, sem ficar em harmonia com os princípios que são a expressão
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de Sua natureza e vontade, e que mostram o que Lhe é agradável?
O desejo de uma religião fácil, que não exija esforço, renúncia, nem ruptura com as loucuras do mundo, tem tornado popular a doutrina da fé, e da fé somente; mas que diz a Palavra de Deus? Declara o apóstolo Tiago: “Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé e não tiver as obras? Porventura, a fé pode salvá-lo? Mas, ó homem vão, queres tu saber que a fé sem as obras é morta? Porventura Abraão, o nosso pai, não foi justificado pelas obras, quando ofereceu sobre o altar o seu filho Isaque? Bem vês que a fé cooperou com as suas obras e que, pelas obras, a fé foi aperfeiçoada. Vedes, então, que o homem é justificado pelas obras e não somente pela fé.” Tia. 2:14, 20-22 e 24.
O testemunho da Palavra de Deus é contra esta perigosa doutrina da fé sem as obras. Não é fé pretender o favor do Céu sem cumprir as condições necessárias para que a graça seja concedida: é presunção; pois que a fé genuína se fundamenta nas promessas e disposições das Escrituras.
Ninguém se engane com a crença de que pode tornar-se santo enquanto voluntariamente transgride um dos mandamentos de Deus. Um pecado cometido deliberadamente faz silenciar a voz testemunhadora do Espírito e separa a pessoa de Deus. … Conquanto João em suas epístolas trate tão amplamente do amor, não hesita, todavia, em revelar o verdadeiro caráter dessa classe de pessoas que pretende ser santificada ao mesmo tempo em que vive a transgredir a lei de Deus. “Aquele que diz: Eu conheço-O e não guarda os Seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade. Mas qualquer que guarda a Sua Palavra, o amor de Deus está nele verdadeiramente aperfeiçoado.” I João 2:4 e 5. Esta é a pedra de toque de toda profissão de fé. Não podemos atribuir santidade a qualquer pessoa sem julgá-la pela medida da única norma divina de santidade, no Céu e na Terra. …
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E a alegação de estarem sem pecado é em si mesma evidência de que aquele que a alimenta longe está de ser santo. É porque não tem nenhuma concepção verdadeira da infinita pureza e santidade de Deus, ou do que devem ser os que se hão de harmonizar com Seu caráter; é porque não apreendeu o verdadeiro conceito da pureza e suprema beleza moral de Jesus, bem como da malignidade e horror do pecado, que o homem pode considerar-se santo. Quanto maior a distância entre ele e Cristo, e quanto mais impróprias forem suas concepções do caráter e requisitos divinos, tanto mais justo parecerá a seus próprios olhos.
Santificação – Entrega Total
A santificação apresentada nas Escrituras compreende o ser inteiro: espírito, alma e corpo. Paulo orou pelos tessalonicenses para que todo o seu espírito, e alma, e corpo fossem “plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”. I Tess. 5:23. Outra vez escreve ele aos crentes: “Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus.” Rom. 12:1. No tempo do antigo Israel, toda oferta trazida como sacrifício a Deus era cuidadosamente examinada. Se se descobria qualquer defeito no animal apresentado, era rejeitado; pois Deus ordenara que a oferta fosse “sem mancha”. Assim se ordena aos cristãos que apresentem o corpo “em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”. A fim de fazerem isto, todas as faculdades devem ser conservadas na melhor condição possível. Todo uso ou costume que enfraqueça a força física ou mental, inabilita o homem para o serviço de seu Criador.
E agradar-Se-á Deus com qualquer coisa que seja menos do que o melhor que podemos oferecer? Disse Cristo: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração.” Mat. 22:37. Os que amam a Deus de todo o coração, desejarão prestar-Lhe
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o melhor serviço de sua vida, e estarão constantemente procurando pôr toda faculdade do ser em harmonia com as leis que os tornarão aptos a fazer a Sua vontade. …
Vida Transformada
O mundo está entregue à satisfação de si mesmo. “A concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida” (I João 2:16), dominam as massas populares. Os seguidores de Cristo, porém, possuem uma vocação mais elevada. …
Aos que satisfazem as condições: “Saí do meio deles, e apartai-vos, … e não toqueis nada imundo”, a promessa de Deus é: “Eu vos receberei; e Eu serei para vós Pai, e vós sereis para Mim filhos e filhas, diz o Senhor todo-poderoso.” II Cor. 6:17 e 18. É privilégio e dever de todo cristão ter uma experiência rica e abundante nas coisas de Deus. … Os brilhantes raios do Sol da Justiça resplandecem nos servos de Deus, e devem estes refletir os seus raios. Assim como as estrelas nos falam de uma grande luz no céu, com cuja glória refulgem, assim também os cristãos devem tornar manifesto que há no trono do Universo um Deus, cujo caráter é digno de louvor e imitação. As graças de Seu Espírito, a pureza e santidade de Seu caráter, manifestar-se-ão em Suas testemunhas. … O Grande Conflito, pág. 476.
Não Mais Condenado
Posto que a vida do cristão deva ser caracterizada pela humildade, não deve assinalar-se pela tristeza e depreciação de si mesmo. É privilégio de cada um viver de tal maneira que Deus o aprove e abençoe. Não é da vontade de nosso Pai celestial que sempre estejamos sob condenação e trevas. O andar cabisbaixo e com o coração cheio de preocupações não constitui prova de verdadeira humildade. Podemos ir a Jesus e ser purificados, permanecendo diante da lei sem opróbrio e remorsos.
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“Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.” Rom. 8:1.
Por meio de Jesus os decaídos filhos de Adão se tornam “filhos de Deus”. “Assim O que santifica como os que são santificados, são todos de um; por cuja causa não Se envergonha de lhes chamar irmãos.” Heb. 2:11. A vida cristã deve ser de fé, vitória e alegria em Deus. “Todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.” I João 5:4. Com acerto disse Neemias, servo de Deus: “A alegria do Senhor é a vossa força.” Nee. 8:10. E Paulo diz: “Regozijai-vos, sempre, no Senhor; outra vez digo: regozijai-vos.” Filip. 4:4. “Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar. Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.” I Tess. 5:16-18.
São estes os frutos da conversão e santificação bíblica.

 

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