Arquivo de agosto, 2011


ANO 2012 X ESCATOLOGIA

ANO NOVO:Tempo de Exame!!! 2ª Coríntios 13:5

CORRIGIR ERROS DO PASSADO

Não procuraremos, neste novo ano, corrigir os erros do passado? Compete-nos, individualmente, cultivar a graça de Cristo, ser mansos e humildes de coração, e firmes, resolutos e constantes na verdade; pois só assim poderemos crescer em santidade, e ser habilitados para a herança dos santos na luz. Comecemos o ano com a total renúncia do próprio eu; RH, 12/04/1892

OU: RESISTIR A VERDADE

O Senhor nos envia advertências, conselhos e repreensões para que tenhamos oportunidade de corrigir nossos erros antes que eles se tornem uma segunda natureza. Se, porém, recusamos ser corrigidos, Deus não interfere para neutralizar as tendências de nosso próprio procedimento. Ele não opera nenhum milagre para que a semente lançada não possa brotar e dar fruto. O homem que manifesta obstinada incredulidade ou estulta indiferença para com a verdade divina, apenas está colhendo aquilo que ele mesmo semeou. Essa tem sido a experiência de muitos. Eles ouvem com rígida indiferença as verdades que uma vez lhes comoveram a alma. Semearam negligência, indiferença e resistência à verdade; e tal é a messe que colhem. A frieza do gelo, a dureza do ferro, a natureza impenetrável e não impressionável da pedra – tudo isso encontra sua parte correspondente no caráter de muitos cristãos professos. Foi assim que o Senhor endureceu o coração de Faraó. Deus falou ao rei egípcio pela boca de Moisés, dando-lhe as mais notáveis provas do poder divino; mas o monarca rejeitou obstinadamente a luz que o teria levado ao arrependimento. Deus não enviou um poder sobrenatural para endurecer o coração do rei rebelde; mas, à medida que Faraó resistia à verdade, o Espírito Santo foi-se retirando, e ele ficou entregue às trevas e incredulidade que escolhera. Pôr meio de persistente rejeição da influência do Espírito, os homens separam-se de Deus. RH, 20/06/1882

ESTE É O ÚLTIMO CONFLITO QUE TEREMOS

Um combate prossegue continuamente entre as forças para o bem e as forças para o mal, entre os anjos de Deus e os anjos caídos. Somos atacados pela frente e pôr trás , à direita e à esquerda. O conflito pôr que estamos passando é o último que teremos neste mundo. Achamo-nos no meio dele. Dois partidos estão lutando pela supremacia. Neste conflito não nos é possível ficar neutros. Ou ficamos de um lado, ou do outro. Se tomarmos posição ao lado de Cristo, se O reconhecermos diante do mundo pôr palavras e obras, estaremos dando vivo testemunho quanto Àquele que escolhermos servir e honrar. Neste importante período da história terrestre, não nos podemos permitir deixar ninguém em incerteza quanto ao lado a que pertencemos… “Porque guardaste a palavra da Minha perseverança, também Eu te guardarei na hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a Terra.” Nesta passagem é apresentada a hora da provação que há de experimentar aos que habitam sobre a Terra. Vivemos agora nesta hora probante. Ninguém poderá evadir-se a este conflito. Se em vossa vida há defeituosos traços de caráter, que não vos estais esforçando pôr vencer, podeis estar certos de que o inimigo procurará tirar proveito deles; pois ele se acha bem atento, buscando destruir a fé de cada pessoa. A fim de obter a vitória sobre qualquer assalto do inimigo, precisamos lançar mão de um poder que se acha fora e acima de nós. Importa mantermos constante e viva ligação com Cristo, que tem poder para dar a vitória a toda alma que mantiver uma atitude de fé e humildade. Se somos presunçosos e pensamos que podemos continuar fazendo o que bem entendemos, esperando, contudo, aparecer finalmente do lado certo, verificaremos que cometemos um terrível erro. Como os que esperam receber a recompensa do vencedor, cumpre-nos avançar na luta cristã, embora encontremos oposição a cada passo em frente. RH, 09/07/1908

É PRECISO REVERBERAR O PASSADO…

Olhemos atenta e criteriosamente para nós mesmos. Não estão sendo violados os compromissos que assumimos em nosso batismo? Estamos mortos para o mundo e vivos para Cristo? Buscamos as coisas lá do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus? Foi cortado o cabo que nos prendia à Rocha Eterna? Estamos sendo levados pela correnteza que conduz à perdição? Não faremos esforço algum para abrir passagem e avançar rio acima? Não hesitemos mais, mas utilizemos vigorosamente os remos; e voltemos à prática das primeiras obras, antes que naufraguemos fatalmente. Compete-nos conhecer nossas deficiências e pecados específicos, que causam trevas e debilidade espiritual, e apagaram nosso primeiro amor. É o mundanismo? É o egoísmo? É o amor à vaidade pessoal? É a luta pela primazia? É o pecado da sensualidade que está intensamente ativo? É o pecado dos nicolaítas, transformando a graça de Deus em lascívia? É o uso incorreto e abuso de grande luz, oportunidades e privilégios, fazendo afirmações jactanciosas de sabedoria e conhecimento religioso, ao passo que a vida e o caráter são incoerentes e imorais? Seja o que for que tenha sido acariciado e cultivado até tornar-se forte e dominante, fazei decididos esforços para vencer, do contrário estareis perdidos.

RH, 07/06/1887

TERIA DEUS MUDADO??? SEU PODER ENFRAQUECIDO??? Romanos 6:6,11,13

O poder de Deus não diminuiu. Seria concedido agora tão abundantemente como outrora; mas a igreja tem perdido a fé para reivindicar, a energia para lutar como fez Jacó, clamando: “Não te deixarei ir se me não abençoares.” Gênesis 32:26. A fé que persevera está desaparecendo. Ela deve ser reavivada no coração do povo de Deus. Precisamos reivindicar a bênção. A fé, fé viva, leva sempre para cima – para Deus e a glória; a incredulidade, para baixo – para as trevas e a morte. Muitos estão tão absortos em suas preocupações e perplexidades terrenas, que têm pouco tempo para orar, e sentem bem pouco interesse na oração. Talvez observem a forma de culto, mas o espírito de verdadeira súplica está ausente. Tais pessoas se afastaram consideravelmente do Modelo. Jesus, nosso Exemplo, passava muito tempo em oração; e oh! quão sinceras e fervorosas eram Suas petições! Se Ele, o amado Filho de Deus, era impelido a tal fervor, a tal agonia, em nosso favor, quão mais necessário é que nós, que dependemos do Céu quanto a toda a nossa força, tenhamos toda a nossa alma avivada para lutar com Deus! Não devemos dar-nos pôr satisfeitos até que todo pecado conhecido seja confessado; então, temos o privilégio e o dever de acreditar que Deus nos aceita. Não devemos esperar que outros abram caminho através das trevas e obtenham a vitória a ser desfrutada pôr nós. Tal fruição não seria duradoura. Precisamos servir a Deus pôr princípio, mais do que pôr sentimento. De manhã e à noite devemos obter a vitória para nós mesmos, em nossa própria família. Nossa labuta diária não deve impedir-nos disso. Precisamos tomar tempo para orar, e ao orar, crer que Deus nos ouve. Talvez nem sempre tenhamos a sensação de uma resposta imediata, mas é então que a fé é provada. Somos provados para ver se confiaremos em Deus, se temos uma fé viva e inabalável. RH, 04/09/1883

CHEGOU A HORA DE DESPERTAR…

Romanos 13:11 1ªCoríntios 15:34

Meus irmãos, precisais ter Jesus entronizado interiormente, e o próprio eu deverá morrer. Temos de ser batizados com o Espírito Santo, e então não nos assentaremos, dizendo despreocupadamente: “O que tem de ser será; a profecia terá de cumprir-se.” Oh, despertai! Eu vos rogo: despertai! pois pesam sobre vós as responsabilidades mais sagradas. Como vigias fiéis, deveis dar o aviso ao ver que vem a espada, para que homens e mulheres, pela ignorância, não sigam um rumo que evitariam se conhecessem a verdade… O Senhor nos esclareceu no tocante ao que sobrevirá à Terra, para que possamos esclarecer a outros, e não seremos tidos pôr inocentes se nos contentarmos em ficar sentados, com os braços cruzados, falando sobre assuntos sem importância. A mente de muitos se absorveu em discussões, e eles rejeitaram a luz dada pôr meio dos Testemunhos, porque não estava de acordo com suas próprias opiniões.

RH, 24/12/1889

CONDIÇÃO PARA O DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO

O grande derramamento do Espírito de Deus, que ilumina o mundo inteiro com a Sua glória, não se dará sem que tenhamos um povo esclarecido, que saiba pôr experiência própria o que significa ser colaborador de Deus. Quando nossa consagração ao serviço de Cristo for completa e de todo o coração, Deus reconhecerá esse fato mediante um derramamento, sem medida, de Seu Espírito; mas isso não ocorrerá enquanto a maior parte dos membros da igreja não forem cooperadores de Deus. Ele não pode conceder o Seu Espírito quando o egoísmo e a condescendência pessoal são manifestados.. Se a verdade para este tempo, se os sinais que se avolumam em toda parte, testificando que o fim de todas as coisas está próximo, não são suficientes para despertar a energia adormecida dos que professam conhecer a verdade, então trevas proporcionais à luz que esteve brilhando acometerão essas almas. Não haverá nem a sombra de uma desculpa para sua indiferença, que eles possam apresentar a Deus no grande dia do final ajuste de contas. Não poderá ser apresentada nenhuma razão para não terem vivido, andado e trabalhado à luz da sagrada verdade da Palavra de Deus, revelando assim para um mundo obscurecido pelo pecado, pôr sua conduta, simpatia e zelo, que o poder e a realidade do evangelho não podiam ser contestados. Não são apenas os pastores, mas também os membros, que não estão contribuindo com tudo o que podem para persuadir os homens, pôr preceito e exemplo, a aceitarem a graça de Cristo que traz salvação. Com habilidade e tato, com sabedoria recebida do alto, eles devem persuadir as pessoas a contemplarem o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. RH, 21/07/1896

COMPETE CONFESSAR E ORAR

Compete-nos, porém, mediante confissão, humilhação, arrependimento e fervorosa oração, cumprir as condições estipuladas pôr Deus em Sua promessa para conceder-nos Sua bênção. Só podemos esperar um reavivamento em resposta à oração. Enquanto o povo se acha tão destituído do Espírito Santo de Deus, não pode apreciar a pregação da Palavra; mas quando o poder do Espírito lhes tocar o coração, então os sermões não ficarão sem efeito. Guiados pelos ensinos da Palavra de Deus, com a manifestação de Seu Espírito, no exercício de sã discrição, os que assistem a nossas reuniões adquirirão preciosa experiência e, voltando ao lar, acham-se preparados para exercer saudável influência… Precisamos orar mais, e falar menos. RH, 22/03/1887

DAR ATENÇÃO A COISAS REALMENTE IMPORTANTES Filipenses 4:8

Oh! que o poder de Deus repouse sobre as pessoas! O que necessitamos é de devoção diária. Precisamos examinar as Escrituras diariamente, orar fervorosamente para que pelo poder do Espírito Santo Deus habilite cada um de nós a trabalhar em nosso lugar na Sua vinha. Ninguém está preparado para educar e fortalecer a igreja, a menos que tenha recebido o dom do Espírito Santo. Nenhum pastor está preparado para labutar inteligentemente pela salvação de almas, a menos que seja dotado pelo Espírito Santo, a menos que se alimente de Cristo e tenha intenso ódio ao pecado. … Não tenho nenhum tempo específico de que falar, no qual tenha lugar o derramamento do Espírito Santo – quando o poderoso anjo descer do Céu, e se unir com o terceiro anjo na conclusão da obra para este mundo; minha mensagem é que nossa única segurança é estarmos prontos para o refrigério celeste, tendo nossas lâmpadas preparadas e ardendo. Cristo nos disse que vigiássemos; “porque, à hora em que não cuidais, o Filho do homem virá”. Mateus 24:44. “Vigiai e orai” é a recomendação a nós dada pôr nosso Redentor. Dia a dia devemos buscar a iluminação do Espírito de Deus, para que faça Sua obra na alma e no caráter. Oh! quanto tempo tem sido desperdiçado em dar atenção a coisas frívolas! Arrependei-vos e convertei-vos, para que os vossos pecados sejam apagados quando vierem os tempos do refrigério pela presença do Senhor. Nós vos exortamos agora a vos entregardes ao serviço de Deus. Pôr muito tempo, tendes entregado vossas faculdades ao serviço de Satanás, e sido escravos de sua vontade. Deus solicita que contempleis a glória de Seu caráter, de modo que, pela contemplação, sejais transformados à Sua imagem. … Jesus veio revelar ao mundo o amor e a bondade de Deus. RH, 29/03/1892

O QUE FALTA PARA TUDO ACABAR???SINAIS TALVEZ???. .

A) Sinais Físicos B) Sinais Sociais C) Sinais Espirituais

Terremotos Guerras [6] Falsos Cristos [5]

Inundações Fome [7] Falsos Profetas [11]

Incêndios Pestes [7] Falsos Mestres 1ª Pedro 2:01-02

Furacões Escândalos [10] Falta de Amor [12]

Apocalipse 6:12-17 Traições [10]

Violência [10]

Imoralidade 2ªTimoteo 3:1-5

Greves Tiago 5:01-05

OS SINAIS JÁ SE CUMPRIRAM!

Os Sinais de Sua vinda dados pôr Ele mesmo, cumpriram-se; e assim pelos ensinos da Palavra de Deus podemos saber que o Senhor está à porta. Parábolas de Jesus, 227

CHEGOU O TEMPO DA COMPLETA REJEIÇÃO DA VERDADE PELO MUNDO!

As massas populares, porém , cerram os ouvidos à verdade, volvendo às fábulas. Olhando para os últimos dias, declarou o apóstolo Paulo: ‘Virá tempo em que não suportarão a sã doutrina (2ªTimoteo 4:3). Chegamos, já, a esse tempo. Grande Conflito, 594-595

O FIM DO MUNDO É CHEGADO!

Estamos vivendo agora nas cenas finais da história deste mundo… O fim do mundo é chegado.

RH, 23/07/1895

FALTA A EXPERIÊNCIA DOS DISCIPULOS: UNIÃO

Atos 2:44 Romanos 15:5-7

Qual foi o resultado do derramamento do Espírito no dia de Pentecostes? As alegres novas de um Salvador ressurrecto foram levadas aos mais longínquos recessos do mundo habitado. O coração dos discípulos estava sobrecarregado de benevolência tão abundante, tão profunda, de alcance tão vasto, que os impelia a ir aos confins da Terra, testificando: “Longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo.” Gálatas 6:14. Ao proclamarem a verdade tal como é em Jesus, corações se rendiam ao poder da mensagem. A igreja viu conversos afluírem a ela de todas as direções. Pessoas apostatadas, de novo se converteram. Pecadores uniam-se aos cristãos em busca da pérola de grande preço… Notai que só depois de haverem os discípulos entrado em união perfeita, quando não mais contendiam pelas posições mais elevadas, foi o Espírito derramado. Estavam de comum acordo. Todas as divergências haviam sido postas de lado. E o testemunho dado a seu respeito depois de derramado o Espírito, era o mesmo. RH, 30/04/1908

FALTA CONSAGRAÇÃO Romanos 13:13-14

Quando o povo de Deus for inteiramente consagrado a Ele, o Senhor os usará para levar avante Sua obra na Terra. Mas devemos lembrar-nos de que, seja qual for o êxito que venhamos a ter, a glória e a honra pertencem a Deus; pois toda faculdade e todo poder são uma dádiva de Sua parte. Deus provará ao máximo a fé e a coragem daqueles a quem confiou responsabilidades em Sua obra. As aparências muitas vezes serão proibitivas. Se bem que Deus tenha reiterado a certeza de Sua ajuda, a fé quase vacilará. “Assim diz o Senhor” tem de ser nossa firme confiança, independentemente de raciocínios humanos ou impossibilidades aparentes ST, 30/06/1881

O QUE ESTAMOS FAZENDO???

Há muito tempo temos esperado e aguardado a vinda do Senhor; estamos, porém, fazendo tudo o que está ao nosso alcance para apressar Sua vinda? “Não retarda o Senhor a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento.” 2ªPedro 3:9. Embora o Senhor esteja sempre trabalhando, embora todo o Céu se empenhe na obra sobre a Terra, a fim de conduzir homens a Cristo e ao arrependimento, o que os instrumentos humanos estão fazendo para serem condutos de luz e poderem cooperar com os instrumentos divinos? Estão eles perguntando diariamente: “Senhor, que queres que faça?” Atos 9:6. Estão praticando a abnegação, como Jesus? Acham-se profundamente despertados, com o coração enlevado em oração a Deus, para poderem estar participando de Sua graça, o Santo Espírito de Deus, e terem sabedoria para trabalhar com suas capacidades e recursos para salvar almas que perecem longe de Cristo? RH, 16/05/1893

NÃO PENSE QUE UM DIA NOS TORNAREMOS SANTOS… O TEMPO É AGORA!!!

Não deveis olhar para o futuro, pensando que em um dia distante vos tornareis santos; é agora que sois santificados pôr meio da verdade. O profeta exorta: “Buscai o Senhor enquanto Se pode achar, invocai-O enquanto está perto. Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo os seus pensamentos; converta-se ao Senhor, que Se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar.” Isaías 55:6 e 7. E Jesus disse: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas … Até aos confins da Terra.” Atos 1:8. Precisamos receber o Espírito Santo. Tínhamos a idéia de que este dom de Deus não era para tais pessoas como nós, que o dom do Espírito Santo era demasiado sagrado, demasiado santo para nós; mas o Espírito Santo é o Consolador que Cristo prometeu aos Seus discípulos, e que lhes traria à lembrança todas as coisas que Ele lhes havia dito. Assim, deixemos de olhar para nós mesmos e olhemos para Aquele de quem procedem todas as virtudes. Ninguém pode tornar melhor a si próprio, mas devemos ir a Jesus tal e qual somos, desejando ardentemente ser purificados de toda e qualquer mancha de pecado, e receber o dom do Espírito Santo. Não devemos duvidar de Sua misericórdia, dizendo: “Não sei se serei salvo, ou não ” Pôr meio de uma fé viva precisamos apegar-nos a Sua promessa, pois Ele disse: “Ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã.” ST, 04/04/1892

LOGO A BATALHA ESTARÁ FINDA

Companheiro peregrino, nós estamos ainda em meio às sombras e tumultos das atividades terrenas; mas logo nosso Salvador deverá aparecer para nos dar livramento e repouso. Olhemos pela fé ao bendito futuro, tal como a mão de Deus o pinta. Aquele que morreu pelos pecados do mundo está franqueando as portas do Paraíso a todo que nEle crê. Logo a batalha estará finda, e a vitória ganha. Breve veremos Aquele em quem se têm centralizado nossas esperanças de vida eterna. Em Sua presença, as prova e sofrimentos desta vida parecerão como se nada fora. “Não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá memória delas.” Isaías 65:17. “Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará.” Hebreus 10:35-37. Olhai para cima, olhai para cima, e permiti que vossa fé cresça continuamente. Permiti que esta fé vos guie pelo caminho estreito que leva através das portas da cidade para o grande além, o vasto e ilimitado futuro de glória que há para os remidos. “Sede, pois, irmãos, pacientes, até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas chuvas. Sede vós também pacientes e fortalecei o vosso coração, pois a vinda do Senhor está próxima.” Tiago 5:7 e 8. As nações dos salvos não conhecerão outra lei que não a do Céu. Serão todos uma família unida e feliz, vestidos com vestes de louvor e gratidão. Sobrepujando a cena, cantarão as estrelas da manhã juntamente, e os filhos de Deus jubilarão, enquanto Deus e Cristo Se unirão em proclamar: “Não haverá mais pecado, nem mais haverá morte.

RH, 01/07/1915

A LONGA NOITE É QUASE PASSADA Romanos 13:12

Seja paciente, soldado cristão. Ainda um pouco, e Aquele que há de vir virá. A noite de fatigante esperar, de vigia e tristeza, está quase passada. Em breve será dada a recompensa; o dia eterno há de raiar. Não há tempo agora para dormir – não há tempo para ser desperdiçado em inúteis lamentos. Aquele que se arrisca a cochilar agora, perderá preciosas oportunidades de fazer o bem. É-nos concedido o bendito privilégio de ajuntar molhos na grande colheita; e cada alma salva será mais uma estrela na coroa de Jesus, nosso adorável Redentor. Quem está ansioso pôr depor a armadura, quando, continuando um pouco mais a batalha, conquistará novas vitórias, e ganhará novos troféus para a eternidade?

RH, 25/10/1881

Por: Professor Sikberto Marks

OS 1290 E 1335 DIAS DE DANIEL

Publicado: agosto 6, 2011 em Uncategorized
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OS 1290 E 1335 DIAS DE DANIEL

Alberto Timm

A tentativa de interpretar os períodos proféticos de Daniel como dias literais, não tem o apoio bíblico

A interpretação dos “1290 dias” e dos “1335 dias” de Daniel 12:11 e 12 respectivamente como 1290 anos e 1335 anos é antiga, podendo ser encontrada já entre os expositores judeus do século 8 DC. Essa interpretação, baseada no princípio dia-ano (Núm. 14:34. Ezeq. 4:6 e 7), continuou sendo advogada pelos seguidores de Joaquim de Fiore (1130-1202), bem como por vários outros expositores, durante a pré-Reforma, a Reforma e a tradição protestante subseqüente.1

Guilherme Miller (1782-1849), por sua vez, acreditava, em primeiro lugar, que tanto os 1290 anos como os 1335 anos haviam iniciado em 508, quando Clóvis obteve a vitória sobre os visigodos arianos, passo esse decisivo na união dos poderes político e eclesiástico para a punição dos considerados hereges pelo catolicismo medieval. Em segundo lugar, Miller cria que os 1290 anos haviam se cumprido em 1798, com o aprisionamento do Papa Pio VI pelos exércitos franceses; e, finalmente, que os 1335 anos se estenderiam por mais 45 anos até o término dos 2300 anos de Daniel 8:14. entre 1843 e 1844.2 Essa interpretação foi mantida pelos primeiros adventistas observadores do Sábado.3 transformando-se na posição histórica da Igreja Adventista do Sétimo Dia até hoje.4

Porém, em anos recentes, alguns pregadores independentes começaram a propagar o que consideram nova luz sobre os 1290 e 1335 dias de Daniel 12. Rompendo com a tradicional compreensão adventista, tais indivíduos alegam que ambos os períodos são compostos por dias literais, e não dias que representam anos, a se cumprirem ainda no futuro. Alguns deles sugerem que ambos os períodos iniciarão com o futuro decreto dominical; que os 1290 dias literais são o período reservado para o povo de Deus sair das cidades; e que ao término dos 1335 dias literais a voz de Deus será ouvida anunciando “o dia e a hora” da volta de Cristo.5

Por mais interessante que essa teoria possa parecer, existem pelo menos cinco razões básicas que nos impedem de aceitá-la.

l. A teoria se baseia numa leitura parcial e tendenciosa dos escritos de Ellen White

Um dos argumentos para justificar o cumprimento futuro dos 1290 e 1335 dias é a falsa alegação de que Ellen White considerava como errônea a noção de que os 1335 dias já haviam se cumprido no passado. Alusões são feitas à carta que ela enviou “à igreja na casa do irmão Hestings”, datada de 7 de novembro de 1850, na qual são mencionados alguns problemas relacionados com o irmão O. Hewit, de Dead River. No texto original em inglês dessa carta aparece a seguinte declaração:

“We told him of some of this errors in the past, that the 1335 days were ended and numerous errors of his.”6 Essa declaração deveria ser traduzida simplesmente como: “Nós lhe mencionamos alguns dos seus erros do passado, que os 1335 dias haviam se cumprido e muitos dos seus erros” No entanto, alguns defensores da nova teoria profética preferem substituir a conjunção “que” (inglês that) pela expressão “tais como” (inglês such as), alterando dessa forma o sentido do texto. Assim, eles conseguem fazer com que a sentença diga que entre os erros advogados por Hewit estava também a idéia de “que os 1335 dias haviam se cumprido”.

Se a intenção de Ellen White era realmente corrigir o irmão Hewit por crer que os 1335 dias já haviam se cumprido, permaneceriam as indagações: Por que Ellen White se limitou a corrigir, em 1850, de forma parcial e tendenciosa, apenas a posição desse irmão, sem qualquer repreensão aos demais líderes do movimento adventista que também criam que esse período profético já havia se cumprido em 1844? Por que ela não reprovou o seu próprio esposo, Tiago White, por afirmar na Review and Herald, ainda em 1857, que “os 1335 dias terminaram com os 2300, com o Clamor da Meia-Noite em 1844”?7 Por que ela não o repreendeu por continuar publicando na mesma Review vários artigos de outros autores, advogando a mesma ideia?8 E mais, como poderia Ellen White haver declarado, em 1891, que “nunca mais haverá para o povo de Deus uma mensagem baseada em tempo. Não devemos saber o tempo definido nem para o derramamento do Espírito Santo nem para a vinda de Cristo”?

Evidências de que Ellen White cria que esses períodos já haviam se cumprido em seus dias podem ser encontradas também em suas declarações segundo as quais Daniel já estava sendo vindicado em sua sorte (ver Dan. 12:13) desde o início do tempo do fim.10 Cremos, portanto, que o Dr. Gerard P. Damsteegt, professor do Seminário Teológico da Universidade Andrews, estava correto ao declarar que “já em 1850 E.G.White havia escrito que ‘os 1335 dias haviam se cumprido’, sem especificar o tempo do seu término”.11

2. A teoria quebra o paralelismo profético-literário do livro de Daniel

Para justificar o suposto cumprimento futuro dos 1290 e 1335 dias, os advogados da “nova luz” profética alegam, sem qualquer constrangimento, que o conteúdo da Daniel 12:5-13, onde são mencionados esses períodos, não é parte da cadeia profética do livro de Daniel. Porém, uma análise mais detida da estrutura literária do livro não confirma essa teoria.

O Dr. William H. Shea esclarece que, no livro de Daniel, cada período profético (1260, 1290, 1335 e 2300 dias) aparece como um apêndice calibrador ao corpo básico da respectiva profecia que lhe corresponde. Por exemplo, a visão do capítulo sete é descrita nos versos 1-14, mas o tempo a ela relacionado só aparece no verso 25. No capítulo 8, o corpo da visão é relatado nos versos 1-12, mas o tempo só ocorre no verso 14. De modo semelhante, os tempos proféticos relacionados com a visão do capítulo 11 só são mencionados no capitulo 12.12 Esse paralelismo comprova que os 1290 dias e os 1335 dias de Daniel 12:11 e 12 compartilham da mesma natureza profético-apocalíptica dos termos “tempo, tempos e metade de um tempo”, de Daniel 7:25, e as 2300 tardes e manhãs de Daniel 8:14. Assim, se aplicarmos o principio dia-ano aos períodos proféticos de Daniel 7 e 8, também devemos aplicá-lo aos períodos de Daniel 12, pois todos esses períodos estão interligados, de alguma forma, e a descrição de cada visão indica apenas um único cumprimento para o período profético que lhe corresponde.

Além disso, a alusão em Daniel 12:11 ao “sacrifício diário” e à “abominação desoladora” conecta os 1290 e os 1335 dias não apenas com o conteúdo da visão de Daniel 11 (Dan. 11:31), mas também com as 2300 tardes e manhãs de Daniel 8:14 (ver Dan. 8:13; 9:27). O mesmo poder apóstata que haveria de estabelecer a “abominação desoladora” em lugar do “sacrifício diário” é descrito em Daniel 7 e 8 como o “chifre pequeno”, e em Daniel ” como o “rei do Norte.” Portanto, a tentativa de interpretar alguns períodos proféticos de Daniel (70 semanas, 2300 tardes e manhãs) como dias que simbolizam anos, e outros (1290 dias, 1335 dias) como meros dias literais, é totalmente incoerente com o paralelismo profético-literário do livro de Daniel.

3. A teoria se apóia em uma interpretação não bíblica do termo hebraico tamid

A teoria de que tanto os 1290 dias quanto os 1335 dias iniciam com o futuro decreto dominical é baseada na suposição de que, em Daniel 12:11, as expressões “sacrifício diário” e “abominação desoladora” significam respectivamente o sábado e o domingo. Mas também essa suposição carece de fundamento escriturístico.

A expressão “sacrifício diário” é a tradução do termo hebraico tamid, que significa “diário” ou “contínuo”, ao qual foi acrescentada a palavra “sacrifício”, não encontrada no texto original de Daniel 8:13 e 12:11. A palavra tamid é usada nas Escrituras em relação não apenas com o sacrifício diário do santuário terrestre (ver Êxo. 29:38 e 42), mas também com vários outros aspectos da ministração contínua daquele santuário (Êx. 25:30; 27:20; 28:29 e 38; 30:8; 1 Crôn. 16:6). No livro de Daniel, o termo se refere, obviamente, ao contínuo ministério sacerdotal de Cristo no santuário celestial (Dan. 8:9-14).

Já a expressão “transgressão assoladora” ou “abominação desoladora” subentende o amplo sistema de contrafação a esse ministério, construído sobre as teorias antibíblicas da imortalidade natural da alma, da mediação dos santos, do confessionário, do sacrifício da missa, etc.

Não podemos concordar com a teoria de que em Daniel 12 o “diário” representa simplesmente o sábado, e a “abominação desoladora”, o domingo. Para crermos dessa maneira, teríamos que esvaziar essas expressões do amplo significado que lhes é atribuído tanto pelo próprio contexto bíblico no qual aparecem, como também pelo consenso geral das Escrituras.

4. A teoria reflete a interpretação jesuíta futurista da Contra-Reforma católica

Os defensores da interpretação literal futurista dos 1290 e 1335 dias alegam que sua posição é genuinamente adventista e plenamente sancionada pelos escritos de Ellen G. White. No entanto, se analisarmos mais detidamente o assunto à luz da História, perceberemos que essa teoria rejeita o historicismo e o princípio dia-ano da tradição protestante, para se alinhar abertamente com o futurismo literalista da Contra-Reforma católica.

Os reformadores protestantes do século 16 identificavam o “chifre pequeno” com o papado, do qual se originaria a “abominação desoladora” de que fala Daniel.13 Foi para inocentar o papado dessas acusações que o cardeal italiano Roberto Bellarmino (1542-1621), o mais capaz e renomado de todos os polemistas jesuítas, sugeriu que o “chifre pequeno” era um mero rei e que os 1260, 1290 e 1335 dias eram apenas dias literais a se cumprirem somente no período que antecederia o fim do mundo.14 Dessa forma, o papado contemporâneo não poderia mais ser identificado como o “chifre pequeno” ou “rei do Norte” e, conseqüentemente, não mais poderia ser responsabilizado pela “transgressão assoladora” ou “abominação desoladora”.

Muitos dos defensores contemporâneos da interpretação futurista dos 1290 e 1335 dias desconhecem o comprometimento dessa teoria com o futurismo da Contra-Reforma católica. Mas, mesmo assim, tais indivíduos deveriam pelo menos reconhecer que “essas propostas futuristas repousam, essencialmente, sobre uma compreensão errônea dos padrões de pensamento da poesia hebraica”, e que “elas representam uma leitura do idioma hebraico através de óculos ocidentais”.15

5. A teoria menospreza as advertências de Ellen G. White contra a tentativa de se estender o cumprimento de qualquer profecia de tempo para além de 1844

Se essa teoria fosse correta, bastaria ser promulgado o decreto dominical, e já saberíamos por antecipação quando a porta da graça se fecharia e quando ocorreria a segunda vinda de Cristo. Essa é, por conseguinte, mais uma forma sutil e capciosa de se estabelecer datas para os eventos finais. Por mais originais e criativas que possam parecer, essas tentativas não passam de propostas especulativas, que desconhecem ou menosprezam, em nome de Ellen White, as suas próprias advertências sobre o assunto.

Já em 1850, ela escreveu: “O Senhor me mostrou que o tempo não tem sido um teste desde 1844, e que o tempo nunca mais será um teste.”16 Posteriormente, acrescentou que “nunca mais haverá para o povo de Deus uma mensagem baseada em tempo”. “O Senhor mostrou-me que a mensagem deve ir, e que não deve depender de tempo; pois tempo não será nunca mais uma prova. Deus não nos revelou o tempo em que esta mensagem será concluída, ou quando terá fim o tempo de graça.”17 Somente depois do fechamento da porta da graça, e pouco antes da segunda vinda, é que Deus há de declarar aos salvos “o dia e a hora da vinda de Jesus”.18

Comentando a expressão “que não haveria mais tempo” (Apoc. 10:6 KJV), em 1900, a Sra. White declarou: “Esse tempo, que o anjo declara com um solene juramento, não é o fim da história deste mundo, nem o tempo de graça, mas o tempo profético, que precederia o advento de nosso Senhor. Ou seja, o povo não terá outra mensagem a respeito de um tempo definido. Após este período de tempo, que se estende de 1842 a 1844, não pode haver qualquer cálculo definido de tempo profético.”19

Sendo esse o caso, por que então continuar insistindo em reaplicar os 1290 dias e os 1335 dias de Daniel 12 para o futuro? Cabe somente a Deus julgar o grau de sinceridade daqueles que assim o fazem, mas uma coisa é certa: A “fé em uma mentira não terá influência santificadora sobre a vida ou o caráter. Nenhum erro é verdade, nem pode tornar-se verdade pela repetição, ou por fé nele. … Posso ser perfeitamente sincera em seguir um caminho errado, mas isso não torna o caminho certo, nem me levará ao lugar que eu desejava chegar”.20

Protegidos do engano

É evidente, portanto, que a teoria de um cumprimento futuro dos 1290 e 1335 dias baseia-se numa leitura parcial e tendenciosa dos escritos de Ellen White, quebra o paralelismo profético-literário do livro de Daniel, apóia-se em uma interpretação não bíblica do termo hebraico tamid, reflete a interpretação jesuíta futurista da Contra-Reforma católica, e menospreza as inspiradas advertências contra a tentativa de se estender o cumprimento de qualquer profecia de tempo para além de 1844.

Numa época em que os vendavais de falsas doutrinas estarão soprando com forte intensidade (Efés. 4:14), “para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mat. 24:24), só estaremos seguros se alicerçados sobre a clara e inamovível Palavra de Deus. Toda “nova luz”, para ser verdadeira, deve estar em perfeita harmonia com o consenso geral das Escrituras e dos escritos inspirados de Ellen White.21 Os atalaias do povo de Deus jamais deveriam permitir que as conjecturas e as especulações humanas os impeçam de dar à trombeta o sonido certo (Eze. 33:1-9; 1 Cor. 14.8).

Referências:

1 LeRoy Froom, The Prophetic Faith of Our Fathers, Washington, DC. Review and Herald, 1954. vol. 4. págs. 205 e 206.

2 William Miller, Evidences from Scripture and History of lhe Second Coming of Christ about the Year AD 1843 and of His Personal Reign of 1000 Years. Brandon, Vermont: Telegraph Office. 1833, pág. 31; Idem, Evidence from Scripture and History of the Second Coming of Christ about the Year 1843, Exhibited in a Course of Lectures, Boston, Joshua V. Himes, 1842, págs. 95-104, 296 e 297; Idem, synopsis of Miller’s Views, Signs of the Times, 25/01/1843. págs.148 e 149.

3 P. Gerard Damsteegt Foundations of the Seventh-day Adventist message and Mission, Grand Rapids, MI; Eerdmans. 1977, págs. 168-170.

4 Ver Uriah Smith, Synopsis of the Present Truth, n° 12, Review and Herald, 28/01/1858; Stephen N Haskell, The Story of Daniel the Prophet, Berrien Springs, MI, 1903; págs. 263-265; J.N.Loughborough, The Thirteen Hundred and Thirty-five Days, Review and Herald, 04/04/1907, págs. 9 e 10; Uriah Smith, The Prophecies of Daniel and the Revelation, Washington, DC, Review and Herald, 1944, págs. 330 e 331. George Price, The Greatest of the Prophets: A New Commentary on the Book of Daniel, (Mountain View, CA, 1955, págs. 337-342, Araceli S. Melo, Testemunhos Históricos das Profecias de Daniel, Rio de Janeiro, RJ, Laemmert, 1968, págs. 727-729; Francis D. Nichol (editor), The Seventh-day Adventist Bible Commentary, Washington, DC, Review and Herald, 1977, vol. 4. págs. 880 e 881; Vilmar Gonzalez. “Os 1290 e 1335 dias em Daniel 12,” Revista Adventista, 09/82, págs. 43 e 45; Hacques B. Doukhan, Daniel: The Vision of lhe End, Berrien Springs, MI, 1989, pág. 135; William H. Shea, “Time Prophecies of Daniel 12 and Revelation 12e13, in Frank Holbrook (editor), Symposium on Revelation – Book 1, Daniel and Revelation Commitee Series, vol. 6, Silver Spring, MD, 1992, págs. 327-360.

5 Victor Michaelson, Delayed Time-setting Heresies Exposed, Payson, AZ; Leaves-Of-Autumn, 1989.

6 E.G.White. Carta H-28, 07/11/1850

7 James White, “The Judgment”, Review and Herald. 29/01/1857, pág. 100.

8 J.N. Loughborough, “The Hour of His Judgement Come”, Review and Herald, 14/02/1854, pág. 30; Uriah Smith. “Short Interviews with Correspondents”, Idem. 24/02/1863, pág. 100, e 08/09/1863, pág. 116.

9 Ellen G White, Mensagens Escolhidas. vol. l, pág.188.

10 Idem, Manuscrito 50, 1893. Carta K-59, 22/11/1896; Manuscrito 76, 04/11/1899; Manuscrito l0, 1900. Carta B-6, 17/01/1907.

11 P. Gerhard Damsteegt. Op. Cit, pág. 169.

12 William H. Shea, The Abundand Life Bible Amplifier, Boise ID. Pacific Press Association. 1996, págs. 217-223.

13 LeRoy Froom, Op. Cit. vol. 2, págs. 241-463.

14 Ibidem. págs. 495-502.

15 Frank Holbook, Symposium on Revelation – Book 1, pág. 327.

16 Ellen G.White, Primeiros Escritos, pág. 75.

17 ldem. Op Cit, vol. 1, págs. 188 e 191.

18 ldem, O Grande Conflito, pág. 640

19 Comentários de Ellen White em The Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 7. Pág. 971

20 Ellen G. White, Mensagens Escolhidas. Vol. 1, pág. 56.

21 Idem. Counsels to Writers and Editors. págs. 33-5I.

Alberto Timm, Ph.D., diretor do Centro de Pesquisas EGW e Prof. de Teologia no Seminário Latino Americano de Teologia, Eng. Coelho, SP

2.300 Tardes e Manhas

Publicado: agosto 6, 2011 em Profecia
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Os 2.300 dias proféticos de Daniel 8:14

 

Existe base bíblica para a interpretação das 2.300 “tardes e manhãs” (Dn 8:14)

 

como 2.300 anos?

 

Por Alberto R. Timm

 

Estudos históricos bem abalizados demonstram que, até meados do século 19, a grande maioria

 

dos comentaristas bíblicos protestantes interpretava as 2.300 “tardes e manhãs” como 2.300 anos

 

(veja os citados por LeRoy E. Froom, The Prophetic Faith of Our Fathers, pp. 204-268; ou Alberto

 

R. Timm, O Santuário e as Três Mensagens Angélicas [Engenheiro Coelho, SP: Imprensa

 

Universitária Adventista, 2000], pp. 21-25). Essa mesma interpretação continuou sendo aceita nos

 

círculos protestantes pelo menos até o final do século 19.

 

Existem várias razões que nos levam a aplicar o princípio “dia-ano” de interpretação profética às

 

2.300 tardes e manhãs. Uma delas é o relacionamento entre as 2.300 tardes e manhãs e as 70

 

semanas de Daniel 9:24-27. A visão sobre as 70 semanas foi dada a Daniel como explicação

 

adicional à visão das 2.300 tardes e manhãs (ver Dn 8:14, 26 e 27; 9:20-27). Nessa explicação, o

 

único ponto de partida mencionado, que deve ser comum a ambos os períodos proféticos, é a

 

expressão “desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém” (Dn 9:25). Essa

 

ordem entrou em vigor em 457 a.C. (ver Ed 7:13). E não há como fazer com que as 70 semanas se

 

estendam “até ao Ungido, ao Príncipe” (Dn 7:25), entre 27 e 34 d.C., sem que este período seja

 

considerado como 70 semanas de anos, ou seja 490 anos. Agora, se aplicamos o princípio dia-ano

 

às 70 semanas, como grande parte dos comentaristas o fazem, também devemos aplicá-lo as

 

2.300 tardes e manhãs.

 

Outra razão é o próprio contexto histórico. A visão das 2.300 tardes e manhãs foi dada “no terceiro

 

ano do reinado do rei Belsazar” (Dn 8:1), rei de Babilônia. O cumprimento deveria ocorrer, segundo

 

a própria visão, em “dias ainda mui distantes” (Dn 8:26), estendendo-se “desde a saída da ordem

 

para restaurar e para edificar Jerusalém” (Dn 9:25), ou seja de 457 a.C., até o “tempo do fim”, o

 

último tempo da ira” e o “tempo determinado do fim” (Dn 8:17 e 19). Se interpretarmos as 2.300

 

tardes e manhãs como 1.150 dias literais (3 anos e meio) ou mesmo como 2.300 dias literais (7

 

anos), esse período não chegaria ao final do domínio persa, e muito menos ao tempo do fim.

 

Uma terceira razão é o princípio da “simbolização em miniatura”, assim denominado em 1843 por

 

George Bush, professor de Hebraico e Literatura Oriental da New York City University. De acordo

 

com esse princípio, sempre que a entidade envolvida em uma profecia bíblica aparece

 

simbolicamente miniaturizada, o tempo profético envolvido foi igualmente miniaturizado, e deve ser

 

interpretado com base no princípio dia-ano. Por exemplo, em Números 14, assim como os doze

 

espias simbolizavam doze tribos, os 40 dias representavam 40 anos (verso 34). De modo

 

semelhante, em Daniel 8, assim como o carneiro e o bode simbolizam dois reinos (Medo-Pérsia e

 

Grécia), as 2.300 tardes e manhãs representam 2.300 anos.

 

Portanto, devemos interpretar as 2.300 tardes e manhãs como 2.300 anos.

 

Fonte: Sinais dos Tempos, setembro/outubro de 2000. p. 21 (usado com permissão)

 

Por Alberto Ronald Timm

 

 


Meses Judaicos

Publicado: agosto 6, 2011 em Judeus, Uncategorized



As Festas Judaicas

Publicado: agosto 6, 2011 em Uncategorized
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Rosh Hashaná – dia de Ano Novo

Rosh Chódesh – o início do mês

Iom Kippur – dia do perdão em que o indivíduo coloca-se frente ao duplo

tribunal de Deus e de sua própria consciência.

Sucôt – festa agrícola, religiosa e histórica. Festa das cabanas/tendas.

Simchat Torá – alegria de Torá, dia em que se termina e reinicia nas

sinagogas a leitura dos cinco livros de Moisés.

Chanucá – festa das luzes, comemora a vitória dos Macabeus e a

restauração da idéia judaica.

Chamishá – Assár Bi’shvat – Ano Novo das Árvores.

Purim – comemora o episódio da vida judaica na Pérsia. A rainha Esther e

seu tio Mordechai evitam que Haman, ministro do rei extermine o povo judeu.

Pessach – ou Páscoa judaica, comemora o êxodo dos judeus do Egito. É

comemorada no 14º dia após a 1ª lua do mês e equivale para o povo judeu à

sua festa de independência nacional.

Yom Haatzmaut – dia da independência de Israel.

Shavuot – festa religiosa e agrícola. Ação de graças pelo donativo material

da Torá e pelos produtos materiais do Solo.