OS 1290 E 1335 DIAS DE DANIEL

Publicado: agosto 6, 2011 em Uncategorized
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OS 1290 E 1335 DIAS DE DANIEL

Alberto Timm

A tentativa de interpretar os períodos proféticos de Daniel como dias literais, não tem o apoio bíblico

A interpretação dos “1290 dias” e dos “1335 dias” de Daniel 12:11 e 12 respectivamente como 1290 anos e 1335 anos é antiga, podendo ser encontrada já entre os expositores judeus do século 8 DC. Essa interpretação, baseada no princípio dia-ano (Núm. 14:34. Ezeq. 4:6 e 7), continuou sendo advogada pelos seguidores de Joaquim de Fiore (1130-1202), bem como por vários outros expositores, durante a pré-Reforma, a Reforma e a tradição protestante subseqüente.1

Guilherme Miller (1782-1849), por sua vez, acreditava, em primeiro lugar, que tanto os 1290 anos como os 1335 anos haviam iniciado em 508, quando Clóvis obteve a vitória sobre os visigodos arianos, passo esse decisivo na união dos poderes político e eclesiástico para a punição dos considerados hereges pelo catolicismo medieval. Em segundo lugar, Miller cria que os 1290 anos haviam se cumprido em 1798, com o aprisionamento do Papa Pio VI pelos exércitos franceses; e, finalmente, que os 1335 anos se estenderiam por mais 45 anos até o término dos 2300 anos de Daniel 8:14. entre 1843 e 1844.2 Essa interpretação foi mantida pelos primeiros adventistas observadores do Sábado.3 transformando-se na posição histórica da Igreja Adventista do Sétimo Dia até hoje.4

Porém, em anos recentes, alguns pregadores independentes começaram a propagar o que consideram nova luz sobre os 1290 e 1335 dias de Daniel 12. Rompendo com a tradicional compreensão adventista, tais indivíduos alegam que ambos os períodos são compostos por dias literais, e não dias que representam anos, a se cumprirem ainda no futuro. Alguns deles sugerem que ambos os períodos iniciarão com o futuro decreto dominical; que os 1290 dias literais são o período reservado para o povo de Deus sair das cidades; e que ao término dos 1335 dias literais a voz de Deus será ouvida anunciando “o dia e a hora” da volta de Cristo.5

Por mais interessante que essa teoria possa parecer, existem pelo menos cinco razões básicas que nos impedem de aceitá-la.

l. A teoria se baseia numa leitura parcial e tendenciosa dos escritos de Ellen White

Um dos argumentos para justificar o cumprimento futuro dos 1290 e 1335 dias é a falsa alegação de que Ellen White considerava como errônea a noção de que os 1335 dias já haviam se cumprido no passado. Alusões são feitas à carta que ela enviou “à igreja na casa do irmão Hestings”, datada de 7 de novembro de 1850, na qual são mencionados alguns problemas relacionados com o irmão O. Hewit, de Dead River. No texto original em inglês dessa carta aparece a seguinte declaração:

“We told him of some of this errors in the past, that the 1335 days were ended and numerous errors of his.”6 Essa declaração deveria ser traduzida simplesmente como: “Nós lhe mencionamos alguns dos seus erros do passado, que os 1335 dias haviam se cumprido e muitos dos seus erros” No entanto, alguns defensores da nova teoria profética preferem substituir a conjunção “que” (inglês that) pela expressão “tais como” (inglês such as), alterando dessa forma o sentido do texto. Assim, eles conseguem fazer com que a sentença diga que entre os erros advogados por Hewit estava também a idéia de “que os 1335 dias haviam se cumprido”.

Se a intenção de Ellen White era realmente corrigir o irmão Hewit por crer que os 1335 dias já haviam se cumprido, permaneceriam as indagações: Por que Ellen White se limitou a corrigir, em 1850, de forma parcial e tendenciosa, apenas a posição desse irmão, sem qualquer repreensão aos demais líderes do movimento adventista que também criam que esse período profético já havia se cumprido em 1844? Por que ela não reprovou o seu próprio esposo, Tiago White, por afirmar na Review and Herald, ainda em 1857, que “os 1335 dias terminaram com os 2300, com o Clamor da Meia-Noite em 1844”?7 Por que ela não o repreendeu por continuar publicando na mesma Review vários artigos de outros autores, advogando a mesma ideia?8 E mais, como poderia Ellen White haver declarado, em 1891, que “nunca mais haverá para o povo de Deus uma mensagem baseada em tempo. Não devemos saber o tempo definido nem para o derramamento do Espírito Santo nem para a vinda de Cristo”?

Evidências de que Ellen White cria que esses períodos já haviam se cumprido em seus dias podem ser encontradas também em suas declarações segundo as quais Daniel já estava sendo vindicado em sua sorte (ver Dan. 12:13) desde o início do tempo do fim.10 Cremos, portanto, que o Dr. Gerard P. Damsteegt, professor do Seminário Teológico da Universidade Andrews, estava correto ao declarar que “já em 1850 E.G.White havia escrito que ‘os 1335 dias haviam se cumprido’, sem especificar o tempo do seu término”.11

2. A teoria quebra o paralelismo profético-literário do livro de Daniel

Para justificar o suposto cumprimento futuro dos 1290 e 1335 dias, os advogados da “nova luz” profética alegam, sem qualquer constrangimento, que o conteúdo da Daniel 12:5-13, onde são mencionados esses períodos, não é parte da cadeia profética do livro de Daniel. Porém, uma análise mais detida da estrutura literária do livro não confirma essa teoria.

O Dr. William H. Shea esclarece que, no livro de Daniel, cada período profético (1260, 1290, 1335 e 2300 dias) aparece como um apêndice calibrador ao corpo básico da respectiva profecia que lhe corresponde. Por exemplo, a visão do capítulo sete é descrita nos versos 1-14, mas o tempo a ela relacionado só aparece no verso 25. No capítulo 8, o corpo da visão é relatado nos versos 1-12, mas o tempo só ocorre no verso 14. De modo semelhante, os tempos proféticos relacionados com a visão do capítulo 11 só são mencionados no capitulo 12.12 Esse paralelismo comprova que os 1290 dias e os 1335 dias de Daniel 12:11 e 12 compartilham da mesma natureza profético-apocalíptica dos termos “tempo, tempos e metade de um tempo”, de Daniel 7:25, e as 2300 tardes e manhãs de Daniel 8:14. Assim, se aplicarmos o principio dia-ano aos períodos proféticos de Daniel 7 e 8, também devemos aplicá-lo aos períodos de Daniel 12, pois todos esses períodos estão interligados, de alguma forma, e a descrição de cada visão indica apenas um único cumprimento para o período profético que lhe corresponde.

Além disso, a alusão em Daniel 12:11 ao “sacrifício diário” e à “abominação desoladora” conecta os 1290 e os 1335 dias não apenas com o conteúdo da visão de Daniel 11 (Dan. 11:31), mas também com as 2300 tardes e manhãs de Daniel 8:14 (ver Dan. 8:13; 9:27). O mesmo poder apóstata que haveria de estabelecer a “abominação desoladora” em lugar do “sacrifício diário” é descrito em Daniel 7 e 8 como o “chifre pequeno”, e em Daniel ” como o “rei do Norte.” Portanto, a tentativa de interpretar alguns períodos proféticos de Daniel (70 semanas, 2300 tardes e manhãs) como dias que simbolizam anos, e outros (1290 dias, 1335 dias) como meros dias literais, é totalmente incoerente com o paralelismo profético-literário do livro de Daniel.

3. A teoria se apóia em uma interpretação não bíblica do termo hebraico tamid

A teoria de que tanto os 1290 dias quanto os 1335 dias iniciam com o futuro decreto dominical é baseada na suposição de que, em Daniel 12:11, as expressões “sacrifício diário” e “abominação desoladora” significam respectivamente o sábado e o domingo. Mas também essa suposição carece de fundamento escriturístico.

A expressão “sacrifício diário” é a tradução do termo hebraico tamid, que significa “diário” ou “contínuo”, ao qual foi acrescentada a palavra “sacrifício”, não encontrada no texto original de Daniel 8:13 e 12:11. A palavra tamid é usada nas Escrituras em relação não apenas com o sacrifício diário do santuário terrestre (ver Êxo. 29:38 e 42), mas também com vários outros aspectos da ministração contínua daquele santuário (Êx. 25:30; 27:20; 28:29 e 38; 30:8; 1 Crôn. 16:6). No livro de Daniel, o termo se refere, obviamente, ao contínuo ministério sacerdotal de Cristo no santuário celestial (Dan. 8:9-14).

Já a expressão “transgressão assoladora” ou “abominação desoladora” subentende o amplo sistema de contrafação a esse ministério, construído sobre as teorias antibíblicas da imortalidade natural da alma, da mediação dos santos, do confessionário, do sacrifício da missa, etc.

Não podemos concordar com a teoria de que em Daniel 12 o “diário” representa simplesmente o sábado, e a “abominação desoladora”, o domingo. Para crermos dessa maneira, teríamos que esvaziar essas expressões do amplo significado que lhes é atribuído tanto pelo próprio contexto bíblico no qual aparecem, como também pelo consenso geral das Escrituras.

4. A teoria reflete a interpretação jesuíta futurista da Contra-Reforma católica

Os defensores da interpretação literal futurista dos 1290 e 1335 dias alegam que sua posição é genuinamente adventista e plenamente sancionada pelos escritos de Ellen G. White. No entanto, se analisarmos mais detidamente o assunto à luz da História, perceberemos que essa teoria rejeita o historicismo e o princípio dia-ano da tradição protestante, para se alinhar abertamente com o futurismo literalista da Contra-Reforma católica.

Os reformadores protestantes do século 16 identificavam o “chifre pequeno” com o papado, do qual se originaria a “abominação desoladora” de que fala Daniel.13 Foi para inocentar o papado dessas acusações que o cardeal italiano Roberto Bellarmino (1542-1621), o mais capaz e renomado de todos os polemistas jesuítas, sugeriu que o “chifre pequeno” era um mero rei e que os 1260, 1290 e 1335 dias eram apenas dias literais a se cumprirem somente no período que antecederia o fim do mundo.14 Dessa forma, o papado contemporâneo não poderia mais ser identificado como o “chifre pequeno” ou “rei do Norte” e, conseqüentemente, não mais poderia ser responsabilizado pela “transgressão assoladora” ou “abominação desoladora”.

Muitos dos defensores contemporâneos da interpretação futurista dos 1290 e 1335 dias desconhecem o comprometimento dessa teoria com o futurismo da Contra-Reforma católica. Mas, mesmo assim, tais indivíduos deveriam pelo menos reconhecer que “essas propostas futuristas repousam, essencialmente, sobre uma compreensão errônea dos padrões de pensamento da poesia hebraica”, e que “elas representam uma leitura do idioma hebraico através de óculos ocidentais”.15

5. A teoria menospreza as advertências de Ellen G. White contra a tentativa de se estender o cumprimento de qualquer profecia de tempo para além de 1844

Se essa teoria fosse correta, bastaria ser promulgado o decreto dominical, e já saberíamos por antecipação quando a porta da graça se fecharia e quando ocorreria a segunda vinda de Cristo. Essa é, por conseguinte, mais uma forma sutil e capciosa de se estabelecer datas para os eventos finais. Por mais originais e criativas que possam parecer, essas tentativas não passam de propostas especulativas, que desconhecem ou menosprezam, em nome de Ellen White, as suas próprias advertências sobre o assunto.

Já em 1850, ela escreveu: “O Senhor me mostrou que o tempo não tem sido um teste desde 1844, e que o tempo nunca mais será um teste.”16 Posteriormente, acrescentou que “nunca mais haverá para o povo de Deus uma mensagem baseada em tempo”. “O Senhor mostrou-me que a mensagem deve ir, e que não deve depender de tempo; pois tempo não será nunca mais uma prova. Deus não nos revelou o tempo em que esta mensagem será concluída, ou quando terá fim o tempo de graça.”17 Somente depois do fechamento da porta da graça, e pouco antes da segunda vinda, é que Deus há de declarar aos salvos “o dia e a hora da vinda de Jesus”.18

Comentando a expressão “que não haveria mais tempo” (Apoc. 10:6 KJV), em 1900, a Sra. White declarou: “Esse tempo, que o anjo declara com um solene juramento, não é o fim da história deste mundo, nem o tempo de graça, mas o tempo profético, que precederia o advento de nosso Senhor. Ou seja, o povo não terá outra mensagem a respeito de um tempo definido. Após este período de tempo, que se estende de 1842 a 1844, não pode haver qualquer cálculo definido de tempo profético.”19

Sendo esse o caso, por que então continuar insistindo em reaplicar os 1290 dias e os 1335 dias de Daniel 12 para o futuro? Cabe somente a Deus julgar o grau de sinceridade daqueles que assim o fazem, mas uma coisa é certa: A “fé em uma mentira não terá influência santificadora sobre a vida ou o caráter. Nenhum erro é verdade, nem pode tornar-se verdade pela repetição, ou por fé nele. … Posso ser perfeitamente sincera em seguir um caminho errado, mas isso não torna o caminho certo, nem me levará ao lugar que eu desejava chegar”.20

Protegidos do engano

É evidente, portanto, que a teoria de um cumprimento futuro dos 1290 e 1335 dias baseia-se numa leitura parcial e tendenciosa dos escritos de Ellen White, quebra o paralelismo profético-literário do livro de Daniel, apóia-se em uma interpretação não bíblica do termo hebraico tamid, reflete a interpretação jesuíta futurista da Contra-Reforma católica, e menospreza as inspiradas advertências contra a tentativa de se estender o cumprimento de qualquer profecia de tempo para além de 1844.

Numa época em que os vendavais de falsas doutrinas estarão soprando com forte intensidade (Efés. 4:14), “para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mat. 24:24), só estaremos seguros se alicerçados sobre a clara e inamovível Palavra de Deus. Toda “nova luz”, para ser verdadeira, deve estar em perfeita harmonia com o consenso geral das Escrituras e dos escritos inspirados de Ellen White.21 Os atalaias do povo de Deus jamais deveriam permitir que as conjecturas e as especulações humanas os impeçam de dar à trombeta o sonido certo (Eze. 33:1-9; 1 Cor. 14.8).

Referências:

1 LeRoy Froom, The Prophetic Faith of Our Fathers, Washington, DC. Review and Herald, 1954. vol. 4. págs. 205 e 206.

2 William Miller, Evidences from Scripture and History of lhe Second Coming of Christ about the Year AD 1843 and of His Personal Reign of 1000 Years. Brandon, Vermont: Telegraph Office. 1833, pág. 31; Idem, Evidence from Scripture and History of the Second Coming of Christ about the Year 1843, Exhibited in a Course of Lectures, Boston, Joshua V. Himes, 1842, págs. 95-104, 296 e 297; Idem, synopsis of Miller’s Views, Signs of the Times, 25/01/1843. págs.148 e 149.

3 P. Gerard Damsteegt Foundations of the Seventh-day Adventist message and Mission, Grand Rapids, MI; Eerdmans. 1977, págs. 168-170.

4 Ver Uriah Smith, Synopsis of the Present Truth, n° 12, Review and Herald, 28/01/1858; Stephen N Haskell, The Story of Daniel the Prophet, Berrien Springs, MI, 1903; págs. 263-265; J.N.Loughborough, The Thirteen Hundred and Thirty-five Days, Review and Herald, 04/04/1907, págs. 9 e 10; Uriah Smith, The Prophecies of Daniel and the Revelation, Washington, DC, Review and Herald, 1944, págs. 330 e 331. George Price, The Greatest of the Prophets: A New Commentary on the Book of Daniel, (Mountain View, CA, 1955, págs. 337-342, Araceli S. Melo, Testemunhos Históricos das Profecias de Daniel, Rio de Janeiro, RJ, Laemmert, 1968, págs. 727-729; Francis D. Nichol (editor), The Seventh-day Adventist Bible Commentary, Washington, DC, Review and Herald, 1977, vol. 4. págs. 880 e 881; Vilmar Gonzalez. “Os 1290 e 1335 dias em Daniel 12,” Revista Adventista, 09/82, págs. 43 e 45; Hacques B. Doukhan, Daniel: The Vision of lhe End, Berrien Springs, MI, 1989, pág. 135; William H. Shea, “Time Prophecies of Daniel 12 and Revelation 12e13, in Frank Holbrook (editor), Symposium on Revelation – Book 1, Daniel and Revelation Commitee Series, vol. 6, Silver Spring, MD, 1992, págs. 327-360.

5 Victor Michaelson, Delayed Time-setting Heresies Exposed, Payson, AZ; Leaves-Of-Autumn, 1989.

6 E.G.White. Carta H-28, 07/11/1850

7 James White, “The Judgment”, Review and Herald. 29/01/1857, pág. 100.

8 J.N. Loughborough, “The Hour of His Judgement Come”, Review and Herald, 14/02/1854, pág. 30; Uriah Smith. “Short Interviews with Correspondents”, Idem. 24/02/1863, pág. 100, e 08/09/1863, pág. 116.

9 Ellen G White, Mensagens Escolhidas. vol. l, pág.188.

10 Idem, Manuscrito 50, 1893. Carta K-59, 22/11/1896; Manuscrito 76, 04/11/1899; Manuscrito l0, 1900. Carta B-6, 17/01/1907.

11 P. Gerhard Damsteegt. Op. Cit, pág. 169.

12 William H. Shea, The Abundand Life Bible Amplifier, Boise ID. Pacific Press Association. 1996, págs. 217-223.

13 LeRoy Froom, Op. Cit. vol. 2, págs. 241-463.

14 Ibidem. págs. 495-502.

15 Frank Holbook, Symposium on Revelation – Book 1, pág. 327.

16 Ellen G.White, Primeiros Escritos, pág. 75.

17 ldem. Op Cit, vol. 1, págs. 188 e 191.

18 ldem, O Grande Conflito, pág. 640

19 Comentários de Ellen White em The Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 7. Pág. 971

20 Ellen G. White, Mensagens Escolhidas. Vol. 1, pág. 56.

21 Idem. Counsels to Writers and Editors. págs. 33-5I.

Alberto Timm, Ph.D., diretor do Centro de Pesquisas EGW e Prof. de Teologia no Seminário Latino Americano de Teologia, Eng. Coelho, SP

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comentários
  1. ivonil ferreira de carvalho disse:

    “Essa interpretação mais antiga da profecia de 1290 e 1335 dias, é mais lógica e tem respaldo na cadeia profetica de Danyahu=Daniel e Chazom=Apo…O entendimento de um dia profetico valer um ano é mais lógico, e insere com uma realidade clara dentro do espirito de profecia.
    Os futuristas são imaginários ilusionistas, e estão completamente fora do contexto profetico…Alem disso Kefah=pedro disse que…nenhuma profecia cronologica é de particular interpretação…Então todos os dados profeticos dessa cadeia deve haver sintonia. E a mais razovel…um dia é um ano…
    Exemplos… 508+1290=1798.final da grande tribulação.
    ……………..508+1335=1843.final das 2300 tardes e manhãs.
    ……………….538+1260=1798. fim da grande tribulação.
    Aqui estão todas as profecias cronologicas de Dan, e Apo..e como vemos tem uma sintonia clara e linda!!!
    O que passa disso é furado e ilusões de…homens sensuais que não tem o espirito de profecia…querendo ser doutores da lei, não entendendo nem o que diz e nem o que afirmam…e são faladores vãos…esse é o espirito profetico que o povo do Altissimo deve estar enquadrado nele!
    Agora existe outro fato que faz parte do sinal do Eterno, tão importante quanto o espirito de profecia!
    Refere-se ao nome desse Eterno Criador e de seu filho salvador. o meu povo conhecerá o meu nome…Isa,52,6. Pai…santificado seja o teu nome… vê-se aí, a importancia de se ter conhecimento do nome do Eterno.

    Veja uma mostragem da importancia de conhecer o nome…

    = O TETRAGRAMA
    YUD HEH VAV HEH- יהוּה
    YAHVEH=YAHRRUEH.
    YAHSHUAH=Yahweh é Salvação.

    “Quem subiu ao céu e de lá desceu?
    “Quem recolheu o vento de mãos abertas?
    “Quem amarrou o Mar numa túnica?
    “Quem fixou os limites da Terra?
    “Qual é o seu nome; e o nome de seu filho
    Se é que o sabes?Mishlê=Provérbios 30,4.

    Essa é uma pergunta interessante do profeta ao povo dos santos do Altíssimo.
    Sobre a importância de se conhecer o nome do Eterno Criador de todas as coisas; E também o nome de seu filho Salvador.
    Em Yashayahu=Isaías 52,6. Diz…o meu povo conhecerá o meu nome;
    O tetragrama YHWH, se refere ao nome do Eterno, em original hebraico.
    E aparece cerca de 6828 vezes em hebraico na Tanakh, e indica, pois tratar-se de nome muito conhecido e que dispensava a presença de sinais vocálicos auxiliares ( as vogais intercalares).
    A antiguidade e legitimidade do tetragrama YHWH como o nome do Eterno Criador para os hebreus; È provada na passagem de Shemot=Êxodo capitulo 3; Onde O Eterno revelou á Mosheh=Moisés, seu nome até então não revelado ao homem, nas seguintes palavras…Mosheh disse ao Eterno; Quando eu aparecer diante do povo hebreu e lhes disser; O Helohim de seus ancestrais enviou-me a vós; e eles me perguntarem; Qual é o nome dele? O que lhes direi?Adonai disse a Mosheh “Ehyeh Asher Ehyer; que a BJC traduz por=EU Sou Serey; o que Sou Serey=acrescentou…Diga isso ao povo dos hebreus; Yud-Heh-Vav-Heh o Helohim de seus pais, O Helohim de Avraham, o Helohim de Ytz´chak e o Helohim de Ya´akov, enviou-me a vós. Esse é o meu nome para sempre; desejo ser lembrado dessa forma, geração após geração..Agora até os egípcios saberão que EU SOU..YUD-HEH-VAV-HEH.
    Eu apareci a Avraham e a Ytz´chak e A Ya´akov como o Adonai Helohim Tiz,va´ot=O Todo- Poderoso dos exércitos celestiais; Mas, pelo meu nome Y H V H não lhes fiz conhecer; Shemot=êxodo 6,2. È assim que está escrito no Tanakh.
    Em Devarym=Deut-6,4. O Eterno volta a enfatizar seu nome aos Israelitas dizendo…ouve Ô Yashorul=Ysarel…YUD-HEH-VAV-HEH é um; em hebraico pronuncia-se assim”YUD-HEH-VAV-HEH echad. Echad=errad é um numeral é o numero um, significando que Ele é único.
    .
    A preocupação em deixar claro seu nome para os hebreus. Fez YUD-HEH-VAV-HEH advertir seu povo dizendo..do nome de outros Helohim (deuses) nem vos lembrais; Shemot=Êxodo 23,1,2.
    Mais tarde o profeta lembrando disse…Aquele cujo braço glorioso, Ele fez andar à mão direta de Mosheh=Moisés? Que fendeu as águas diante deles, para criar um”NOME Yud-HEH-VAV-HEH”eterno?; Yashayahu=Isaias, 63,12-16.
    Existem informações que a troca de nomes, surgiu na tradução da Vulgata Latina, de Jerônimo no século 4º. O que é confirmada por descobertas, confirmando a permanência do nome Y H W H na Septuaginta (versão dos 70). Somente no ultimo livro do Tanakh o do profeta Malakias o Tetragrama Y H W H em caracteres hebraicos aparece cerca de 48 vezes.
    Uma pesquisa na Tanakh dos Yahudim=judeus…onde o tetragrama aparece 6828 vezes; revela a evidencia de que Eles sempre usaram o YUD-HEH-VAV-HEH como sendo o nome do Eterno.
    Descobriram-se recentemente cópias mais antigas da Septuaginta (Versão dos 70) grega que continham o tetragrama Y-H-V-H, embora em forma fragmentada. Uma delas descoberto no Egito, são os restos fragmentários dum rolo de papiro da LXX com uma parte de Devarym=Deut-32,3,6 identificado como Papiro Foud Inventário nº 266. Apresenta 49 vezes o Tetragrama escrito em caracteres hebraicos quadrados, e em cada ocorrências de Y H V H em fragmentos não identificados ( O 116,e 117, e 123) Os peritos datam esse papiro como sendo do século 1 antes do mashiach; E nesse caso foram escritos 4 ou 5 séculos antes dos manuscritos já mencionados.
    Comentando que os fragmentos mais antigos da Septuaginta grega realmente contem Y H V H em caracteres hebraico. O Dr P, Kahle diz…sabemos agora que o texto grego da septuaginta no que tange a ter sido escrito por Yahudim=Judeus para Yahudim=judeus não traduziu o nome divino Y H V H por Kyrios (grego=senhor) mas o tetragrama escrito com letras hebraicas foi retido em tais manuscritos. Foram os cristãos que substituíram o Tetragrama Y H V H pelo grego Kyrios(senhor) já a partir do 4º século. Quando o nome divino não era mais entendido.
    Cumprindo as palavras dos profetas hebreus…Os profetas profetizam mentiras e são profetas do engano…e faz que o meu povo se esqueça do meu nome “Y H V H” assim como seus pais se esqueceram do meu NOME Y H V H; Yahmiahu=Jeremias 23,26,27.
    Na segunda metade do primeiro milênio era atual, os escribas conhecidos como massoretas (doutores da Torah)introduziram um sistema de sinais vocálicos, para facilitar a leitura do texto consonantal em hebraico. A MASSORÁ era um conjunto de comentários críticos e gramaticais (soletração, vocalização, divisão em orações e parágrafos etc.) A palavra “Massorah” é uma palavra HEBRAICA que quer dizer “TRADIÇÃO
    No hebraico antigo escrevia-se somente com consoantes, e As vogais eram somente pronunciadas, isto é, as vogais eram transmitidas, através das gerações do povo judeu, oralmente e não de forma escrita, visto que a escrita da língua hebraica possuía apenas as consoantes.

    Os Massoretas foram os responsáveis pela adição de vogais no texto hebraico moderno.

    A padronização dos sinais e pontuação criados pelos massoretas se deu por volta do século X com o trabalho das famílias ben Asher e ben Naphtali. Uma dessas famílias, a de Ben Asher, foi responsável pela produção de importantes códices, tais como o Códice do Cairo (895 d.C.), o Códice Alepo (900-950 d.C.) e o Códice Leningrado (1008 d.C.). Os registros contidos nesses códices são conhecidos como textos massoréticos. O texto do Antigo Testamento que consta atualmente em nossas Bíblias é baseado nos textos massoréticos.

    Referências bibliográficas:
    GOTTWALD, Norman K. Introdução socioliterária à Bíblia hebraica. Tra­dução de Anacleto Alvarez. São Paulo: Paulinas, 1988.
    E-SWORD. the sword of the lord with an eletronic edge. 2007. Software de Ferramentas e Comentários Bíblicos.
    Os sinais massoréticos que fazem a diferença, no caso, os que nos interessam para identificarmos a verdadeira pronúncia para os Nomes do Pai YAHUEH e do Filho YAHSHUAH, obviamente com o prefixo do nome do Pai YAH+SHUA=Salvação de YAHUEH, são os..Kamatz, o Shuruk, e o Patar”.Vamos colocá-los nos seus devidos lugares nesta seqüência, surpreendendo a muitos que defendem uma transliteração incompatível e definirmos de vez a Pronúncia Correta; YAHUEH e YAHSHUAH. O massorético Kamatz Patar sob a Consoante YUD dá Início à Pronúncia YA. A Letra HEY tem som de duplo R (RR) no meio e muda no final. Então já obtivemos YOD-HEY. O VAV com o massorético Shuruk, dá ao Vav o som de U e a Letra Final do tetragrama também HEY, mas no final, sem som, formando então: YOD HEY VAV HEY as quatro Letra do TETRAGRAMA SAGRADO-O NOME DO PAI.
    YAHWEH= יַהְוֶה Lembrando que em hebraico se escreve sempre da direita para a esquerda
    Esta é a forma quadrática do TETRAGRAMA SAGRADO-de imprensa- ou moderno- sem os massoréticos. Ao colocar os sinais massoréticos passamos a identificar a pronûncia, som-fonema-fonética corretos. É do TETRAGRAMA SAGRADO que partem as inúmeras Transliterações
    YAHVEH, é o único nome que é realmente o nome próprio de ETERNO CRIADOR. Os outros nomes são títulos e não nomes propriamente.

    O nome YAHWEH= יַהְוֶה é derivado da forma causativa do verbo hebraico HAVAH (הָוָה), que significa “ser”, ou “existir”.
    E de acordo a tradição judaica é a terceira pessoa do imperfeito no singular do verbo SER.
    O nome YAHVEH significa “Ele faz existir
    YAHSHUAH
    YUD HEY VAV HEY mais as a letra Shin=Sh com som de x e o massorético VAV SHURUK=”U” o Ayin com o Patar, “A”= e o HEY=H no final mudo =עושהי
    עושהי = YAHUSHUA o nome do filho escrito da direita para a esquerda em caracteres hebraicos transliterado.
    Português: como você pode observar este Nome não tem nenhum, massôrach,
    י ). Yôd = Y
    ה ). Hêi = Ah
    ש ). Shin = SH = X
    ו ) VAV shuruk=U
    ע ). Ain = A,
    ה ) Hêi =H MUDO.
    עושהי=YAHSHUAH
    Seu nome contem o Tetragrama YHWH, que forma também o nome de seu Pai. AVINU SHE-BA-SHAMAYIN, ou Nosso Pai do Céu

    O nome do eterno na sua forma plena.
    …………………Yahweh (Yarrueh) forma plena
    …………………Yahu forma trilítera
    ………………….Yah forma bilitera.
    Portanto, o nome do filho Yahshuah tem em si,
    O significado pleno de” Yah+Shuah=Yahweh é Salvação=הוהי =עושהי
    Yah prefixo do nome do pai Yahweh, Shuah=Salvação…HWHY…HAUHSHAY.
    Lembrando sempre que em hebraico escreve-se da direita para a esquerda.
    Por falta de uma melhor informação formaram
    os grupos….de Yahweh.
    …………………..Yahu.
    …………………..Yah.
    HALLELU YAH היוללה=HALLELU YAH=louvor a YAH!

    LOUVOR A YAH=YAHSHUAH; hallel louvor, Yah o nome do Eterno, perfeito não? Se o nome do pai fosse Deus seria hallelu deus; se do filho fosse jesus, seria hallelu SUS; não? Como fica os cristãos que diz hallelu yah? Vão mudar para hallelu SUS ou hallelu deus?
    Em Yachonam=JOÃO 5:43 Yahshuah declara “EU VIM EM NOME DE MEU PAI” (Yahshuah=Yahweh é Salvação), e não me aceitais, se outro vier em seu próprio nome, (Jesus, Deus;) a esse recebereis.
    O Jesus das igrejas ” apareceu em seu próprio nome e foi recebido por muitos, mas YAHSHUAH sempre agiu em nome do Pai.

    Veja a seguinte conexão:

    JE-SUS (DE-US) JU-DEUS (JERU-SALÉM Qual a conexão existente aqui entre estes nomes? além da letra J que acima de tudo só passou a existir APARTIR DO SECULO 16-7. não há nenhuma ligação gramatical!!NENHUMA!!!

    Agora compare aqui os nomes teofóricos.
    Nomes teofóricos são aqueles que tem o prefixo ou sufixo do nome do Eterno Yahweh;
    Exemplos;

    YAHWEH = YHWH = O PAI
    YAH SHUA = SALVAÇÃO DE YAH (O FILHO)
    YASHORUL=YAH SUPREMO JUSTO
    YAH SHALYM = A CIDADE DE SHALOM=PAZ DE YAH
    YAHUDAH=ADORADOR DE YAH
    YAH UDIM = ADORADORES DE YAH ( O POVO )

    Aí se cumpre as palavras de Yahweh pelos seus profetas; “porão assim o meu nome sobre os filhos de Yashorul=Israel=e eu os abençoarei…e todos os povos da terra verão que levas o nome de Yahweh, e ficarão com temor de ti…M´dbar=Números 6,26,27. e Devarym=Deut-28,10.
    Agora sim! podemos claramente fazer a conexão entre o nome do Pai, filho, da cidade santa e do povo. Assim como declarado em Dani+el 9:19 … “Ouve YHWH… porque a tua cidade (Yahshalaym ) e o teu povo (Yahudim=judeus) são chamados pelo TEU NOME (YAHWEH). Apocalipse 14:1 E ……144.000 tendo na fronte o SEU NOME E O NOME DE SEU PAI =…Yahshuah =עושהי “ou seja! יַהְוֶה YAHWEH =YARRUEH É SALVAÇÃO!
    HIZAYOM=Apocalipse 22: 4 DIZ E…Contemplarão a sua face, e na sua fronte está o hashem=NOME D ELE .
    Hashem, significa “o nome” ha é o artigo definido, e se pronuncia “o”
    VEJA HÁ’SHEM=O NOME-DO – “PAI” e do “FILHO
    YAHVEH= יַהְוֶה YAHSHUAH=עושהי
    Sempre lembrando que no hebraico se escreve da direita para a esquerda!

    A LETRA…J…
    A Wikipedia A Enciclopedia Livre; Explica-nos, racionalmente a questão da letra J. È verdade que a letra J não existe no hebraico, grego e latym. Como então essa letra aparece em nomes bíblicos em quase todas as línguas com as quais estamos familiarizados?
    Porque todas as Bíblias trazem Jeremias Judá Jerusalém etc.,!…Se não existe a letra J no iAlfabetys Yvrii=hebraico?. O que aconteceu foi o seguinte, os gregos empenhados em traduzir as Escrituras Hebraicas (notem que as Escrituras-Tanakh, e Bryt hadashah, são mencionadas com sendo originalmente, hebraicas) para a sua língua grega (Septuaginta=Versão dos 70) não encontraram no idioma grego uma consoante que correspondesse ao YUD hebraico. E a solução foi recorrer a vogal grega IOTA, que corresponde ao nosso I. Então escreveram Ieremias, começando com I, e assim por diante, inclusive “Iesous” NO hebraico a letra YUD representa tanto a vogal I como a consoante Y. O mesmo acontece com o latym com as letras I e U. O emprego das letras J e V para representar I e U consonânticos, ocorreu na época do renascimento, foi difundido por Pierre de La Ramée, filósofo francês, reformador da lógica aristotélica, aderiu a reforma protestante em 1561. Foi morto no massacre que se seguiu a noite de S Bartolomeu em 08 de Agosto de 1572.
    Escreveu instituições dialéticas em 1543. A expressão “letra ramista” ficou sendo uma designação comum, dada às consoantes J e V, em homenagem a ele.” Pesquisada em a Pequena Enciclopédia Britânica do Brasil Publicações Ltda. Causa realmente estranheza essa mudança do nome do salvador hebreu “Yahshuah” para Jesus com J; sendo que como foi explicado, não existe a letra J no Alfabets Yvrii=hebraico. E todos sabemos que nome próprio não se traduz, é um crime chamado de “falsidade ideológica” e dá cadeia. Qualquer professor sério de lingüísticas sabe disso.
    Sobre as traduções da Bíblias lemos o que diz a “Enciclopédia Britânica 1974-79-Vol-10-pg 126…A doutrina se desenvolveu gradativamente através de vários séculos. E passando por muitas controvérsias; inicialmente por duas razões, a exigência do monoteísmo herdado do Tanakh=Velho Testamento, e a implicação pela necessidade de interpretar os ensinamentos da Bíblia para o paganismo greco-romano.
    Assim o dedo do catolicismo romano cristão, esteve sempre presente nas traduções das Escrituras, para outras linguais. Ficando então as Escrituras sob o total domínio e influencia de Roma.
    Vê o que a professora de Historia Antiga da USP, Maria Luiza Corassim disse na Revista Super-Interesante-Editora Abril…”Do século II ao XV, as cópias dos livros sagrados estavam nos conventos. Eles agregavam o que queria”
    Os manuscritos mais antigos datam de aproximadamente do ano 400 era atual. E são cópias das cópias, escolhidas entre inúmeras pelos Bispos e padres católicos, reunidos em concilio.
    Alem de tendenciosa, a tradução da Bíblia nunca foi tarefa fácil. Veja o que diz, a Comissão de Tradução Sociedade Bíblica do Brasil, no comentário extraído de “Natureza e Propósito da Bíblia na Linguagem de Hoje”…Nenhuma tradução da Bíblia é perfeita. Os tradutores melhor que ninguém, conhece as dificuldades da tarefa que lhes foi entregue.
    Assim é um fato verídico, que o nome Jesus é falso. De fato o papa Leão X, privilegiando uma inverdade por causa de sua classe elevada, fez essa declaração surpreendente ” que lucro não nos trouxe essa fábula do nome Jesus Cristo” Dessa forma, tendo compilado o que julgavam mais interessante, e proveitoso em relação aos seus propósitos; Passaram a difundir pelo mundo afora suas idéias e crendices religiosas. Com isso, o conhecimento e a razão foram substituídos pelas fabulas dogmáticas da mãe Babilônia.
    Salienta-se, o prejuízo que o mundo tem sofrido com o rebaixamento mental, imposto com as crenças e superstições religiosas. “DA VELHA PROSTITUTA QUE…SE ASSENTA SOBRE MUITAS ÁGUAS..hIZAYOM 17″ Com que o verdadeiro conhecimento da verdade, sofre uma estagnação sensível.
    A única classe beneficiada realmente com a religião, é a das próprias instituições. A lenda do nome de Jesus Cristo paraleliza próximo identicamente a história de jeseu Krishinah, mesmo em detalhe, como foi apresentado pelo mitólogo e erudito notável Gerald Massey à mais de 100 anos; Também pelo Rev, Robert Taylor a mais de 160 anos.
    O pastor Fanini da Igreja batista fez a seguinte declaração ” fico com Jesus que é Brasileiro” infelizmente o sr Fanini fez uma péssima escolha, já que não se tem noticias de um salvador brasileiro!.

    O nome correto é “Yahshuah” derivação de Yahweh, com o substantivo Shuah=Salvação; Yahshuah=Yahweh é salvação!
    È simples e prático para quem quer ver, e não inventar.
    No capitulo 1,21 de mattytiahu=mateus onde o anjo relata o nome do salvador antes dele nascer. Está assim no hebraico…vê karáta et shemou yahshuah ki hu yoshah et amô me aonoteiêm…que foi transliterado como…
    “e lhe chamarás Yahshuah Salvador, pois ele salvará o seu povo de todos os pecados deles”
    = עושהי YAHUSHUAH HA-MASHIACH
    hebraico=====transliterado!
    Esse é o verdadeiro e único nome do salvador que veio dos Yahudim=judeus, o leão da tribo de Yahudah=judá e filho de Davi.
    Portanto nome próprio não se traduz e nem se modifica, e simי translitera, é diferente! todo estudioso sério de linguística sabe disso. O fato de alguns quererem adptar e ou declinar nomes próprios não existe na linguística, è falta de conhece-la.
    Portanto não existe adaptação do nome Yahshuah, em nenhum sentido.
    Seja nominativo=apelido, pseudonimo.
    Dativo=seria como se Yahshuah fosse um lugar, um objeto! o que não é o caso, ele é uma pessoa e possui um nome próprio.
    Genitivo=seria a ideia que se origina de Yahshuah; A qual o nome greco-romano jesus não possui nenhuma ligação com o hebraico””””””””””Yahshuah”.
    etc…………………….
    Extraído do livro “O TETRAGRAMA”
    De ivonil ferreira de carvalho

  2. isaias bezerra disse:

    quando o messias morreu meus irmaos foi pago a iniquidade de israel e acabando sua poniçao de dia-ano entam os dias foram literarios mais ja se compriram de 3 anos e meio de perseguisao por nero leia a historia. bem aventurado os que chegam aos tais dias pois eles continuaram ser as grandes testemunhas.

  3. isaias bezerra disse:

    sim a abominaçao da desolaçao nao e nada como templo impuro e nem possiveis anti cristo mais sim a grande assolaçao que viria com israel e o templo, isso confirma varias passagens do evangelho em mateus 24 , lucas e marcos. a abominaçao ja foi comprida quando o nero pesseguiu os primeiros cristoes para testemunho que correspondem exatamente 3 anos e meio veja na historia comprova.E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador.

    Daniel 9:27

  4. Clayton Torquato Maurício. disse:

    A tentativa de dizer que 1 dia vale 1 ano é falsa, pois as profecias dos 1260, 11290, 1335, 2300, e dos 2520 dias são todas para o tempo do fim, e nós ainda não chegamos nesse tempo, de modo que, nenhuma dessas profecias nem sequer começaram a se cumprir, pois as mesmas só terão seu início quando sair o decreto de morte contra o povo de Deus. Aliás, a única vez em que o cálculo de dia-ano é válido é para as 70 semanas (490 anos), e os últimos 7 anos que são 2520 dias são para o tempo do fim, e as demais profecias (1260, 1290, 1335, e 2300 dias) se cumprirão dentro do quadro da última semana de anos, os 2520 dias que restam das 70 semanas. Tanto os adventistas quanto as testemunhas de Jeová interpretam enganosamente as profecias.

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