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O que todo Cristão deve Saber

Publicado: junho 10, 2013 em Uncategorized

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Está semana estarei preparando novos posts para esta blog, há bastante tempo não posto nada. porém este blog estará com uma cara nova e com conteúdo bem atraente e relevante para a nossa vida cristã.

Aqui serão alguns temas que vou abordar:

Ferida da besta de Apocalipse

Salvação e Perdão

Aguardem e ainda está semana

Filosofia nas igrejas atuais

Temporalidade de Deus

 

 

 


 

 

 

Glorificação

 

É o ato final no processo da salvação. Paulo nos ensinou que ela viria em último lugar. Rom. 8:30.

É a recompensa dos que foram justificados e santificados por Cristo. Rom. 8:19-23; 1 Tes. 4:16-17; II Ped. 3:13.

A glorificação será após a segunda vinda de Cristo.

 

As promessas relativas a este evento são muitas nas Escrituras, como nos revelam as seguintes passagens:

 

a) Isa. 62:11.

“. . . Eis que vem o teu Salvador; vem com Ele a Sua recompensa, e diante dele o seu galardão.”

b) I Tes. 4:17 última parte:

“. . . e assim estaremos para sempre com o Senhor”

d) II Tim. 4:8.

“Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele dia, e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda.”

d) Apoc. 22:14.

“Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras, para que lhes assista o direito á árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas.”

 

Os teólogos falam da salvação em três tempos como indicam os verbos no original grego:

PassadoJustificação. Fui salvo. É o que Cristo fez por nós. Tito 3:5.

Presente – Santificação. Sou salvo. É o que Cristo está fazendo por nós. I Cor. 1:18.

Futuro – Glorificação. Serei salvo. É o que Cristo fará por nós. Rom. 5:9.

O seguinte quadro apresenta uma síntese e cotejo das três facetas da salvação:

Justificação – salvação de nossos pecados passados.

Santificação – salvação de nossos pecados presentes.

Glorificação – seremos salvos de um mundo de pecado,

Justificação – limpa os registros de nossa vida.

Santificação – conserva os registros limpos.

Glorificação – não há mais lembrança desses registros,

 

Justificação – liberta-nos da penalidade ou culpa do pecado.

Santificação – liberta-nos do poder do pecado.

Glorificação – liberta-nos da presença do pecado.

 

Justificação – entregamo-nos a Cristo.

Santificação – seguimos o caminho com Cristo.

Glorificação – estaremos com Cristo.

 

Justificação – nosso título para o céu.

Santificação – nossa idoneidade para o céu.

Glorificação – o privilégio de estar no céu.

 

Justificação – é um ato de graça.

Santificação – é o crescimento na graça.

Glorificação – é o desfrute da graça.

 

Justificação – é momentânea.

Santificação – prolonga-se por toda a vida.

Glorificação – estende-se por toda a eternidade.

 

Justificação – é um processo pontilhar.

Santificação – é um processo linear.

Glorificação – é um processo imensurável.

 

A composição seguinte intitulada: Lugar da santificação, apesar de repetitiva em alguns de seus conceitos é útil para diferençar Justificação, Santificação e Glorificação.

 

A Justificação é o ponto de partida.

A Santificação é o caminho a percorrer.

A Glorificação é a meta a que se tem de chegar.

 

A Justificação é a lavagem das vestes.

A Santificação é andar com as vestes brancas.

A Glorificação é entrar nas bodas do palácio real.

 

A Justificação nos faz sair do poço do pecado.

A Santificação nos guarda de cair novamente nele.

A Glorificação fará desaparecer o poço.

 

A Justificação é a justiça divina imputada ao pecador.

A Santificação é a santidade divina comunicada ao crente.

A Glorificação é a glória divina partilhada com o santo.

 

A Justificação é o ladrão na cruz.

A Santificação é Enoque andando com Deus.

A Glorificação é assentar-se á mesa com Abraão, Isaque e Jacó.

 

A Justificação é Cristo na cruz do Calvário.

A Santificação é Cristo no trono da graça.

A Glorificação é Cristo em Sua 2ª vinda em glória e majestade.

 

A Justificação ocorreu quando estávamos no mundo (passado).

A Santificação ocorre enquanto andamos pelo caminho que conduz ao céu (Presente).

A Glorificação ocorrerá quando chegarmos ao céu (futuro).

 

A Justificação é: “Eis que já estás são”.

A Santificação é: “Vai-te e não peques mais”.

A Glorificação é: “Não haverá lembrança das coisas passadas”.

 

A Justificação é obra de um momento.

A Santificação é obra de toda a vida terrestre.

A Glorificação é obra da eternidade.

 

A Justificação é fazer o barco afundado flutuar.

A Santificação é a viagem de barco até o porto desejado.

A Glorificação é a chegada ao porto da salvação.

 

“Por isso que Deus nos escolheu desde o princípio para a salvação pela santificação do Espírito e fé na verdade.” II Tess. 2:13.

 

Referências

        Apolinário,Pedro. EXPLICAÇÃO DE TEXTOS DIFÍCEIS DA BÍBLIA, 4 Ed.- São Paulo:

EDITORA UNIVERSITÁRIA ADVENTISTA INSTITUTO ADVENTISTA DE ENSINO, 1990. Cap 01

s ou capítulos

A Trindade

Publicado: julho 14, 2012 em Uncategorized

“Existe um só Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, uma unidade de
três pessoas co‑eternas.” – Manual da Igreja pág. 9.

“Deus, o Eterno Pai, é o Criador, o Originador, o Mantenedor e o
Soberano de toda a criação. Ele é justo e santo, compassivo e clemente,
tardio em irar‑Se, e Grande em constante amor e fidelidade. As
qualidades e os poderes manifestos no Filho e no Espírito Santo também
constituem revelações do Pai.” (Manual da Igreja pág. 9 e 10).

“Deus, o Filho Eterno, encarnou‑se em Jesus Cristo. Por meio
dEle foram criadas todas as coisas, é revelado o caráter de Deus, efetuada
a salvação da humanidade e julgado o mundo. Sendo para sempre
verdadeiramente Deus, Ele se tornou também verdadeiramente homem,
Jesus o Cristo…” (Manual da Igreja pág. 10).

“Deus, o Espírito Santo, desempenhou uma parte ativa com o
Pai e o Filho na Criação, Encarnação e Redenção. Inspirou os escritores
das Escrituras. Encheu de poder a vida de Cristo. Atrai e convence os
seres humanos; e os que se mostram sensíveis são renovados e
transformados por Ele, à imagem de Deus. Enviado pelo Pai e pelo Filho
para estar para sempre com Seus filhos, Ele concede dons espirituais à
igreja, a habilita a dar testemunho de Cristo e, em harmonia com as
Escrituras, guia‑a em toda a verdade.” – Manual da Igreja pág. 10.


Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.

Por muito tempo temos lido varios artigos no qual o Ministério CACP tem tentando lançar por terra as verdades de Deus para o tempo presente, por isso a partir de hoje me disponho a defender as preciosas verdades que Deus tem para nós, farei de tudo para que a mensagem verdadeira seja levada a todas as pessoas que desejam se aproximar do verdadeiro Deus e da verdadeira mensagem.

 

O centro Apologético CCAP que  de cristão não tem quase nada e foi fundado em 1998 é uma organização que em vez de pregar o evangelho promove  ataques a varias religiões, tendo como principal alvo os Adventistas, e como adventista que sou defenderei a o evangelho de Cristo.

Este  ministério está com seu tempo de mentiras contado, oremos para que  pessoas possam andar de acordo com a vontade de Deus

 

EM Breve!!


 

 


Quais eram os 7 Sábados Cerimoniais.

…Existem dois tipos específicos de sábados no Antigo Testamento, os sábados anuais e os sábados semanais. Paulo não deixa dúvidas sobre os quais está falando.

Os dias de descanso cerimoniais anuais, em conjunto com o festival de ciclo anual, não estavam relacionados aos sábados do sétimo dia ou ao ciclo semanal. Cada um desses outros sábados, ou dias de descanso, caíam numa data fixa do ano, e assim em dias diferentes da semana a cada ano. Assim, eram propriamente chamados sábados anuais, em contraste com os sábados semanais. Esses dias em que o trabalho era proibido “além dos sábados do Senhor” (Levíticos 23:38) eram:

  1. O Primeiro Dia dos Pães Asmos – 15o dia do 1o mês (Lev. 23:6);
  2. O Sétimo Dia dos Pães Asmos – 21o dia do 1o mês (Lev. 23:8,11);
  3. Dia de Pentecostes – 6o dia do 3o mês (Lev. 23:24;25);
  4. Festa das Trombetas – 10o dia do 7o mês (Lev. 23:16,21);
  5. Dia da Expiação – 10o dia do 7o mês (Lev. 23:29-31);
  6. Primeiro Dia da Festa do Tabernáculos – 15o dia do 7o mês (Lev. 23:34;35);
  7. Sétimo Dia da Festa dos Tabernáculos – 22o dia do 7o mês (Lev. 23:36).

Os sábados anuais eram parte do sistema cerimonial que representava a vida e a morte de Cristo, e cessou quando Ele expirou na cruz. Eram “sombras de coisas futuras”.

Em contraste com o sábado semanal, que foi ordenado à toda humanidade ao fim da semana da criação, os sábados anuais apontavam para a vinda do Messias. E a sua observância findou com Sua morte na cruz…

Poderíamos encerrar o assunto por aqui, mas como sempre há doutrinadores cavilosos que apelam para a filologia em torno da palavra “sábados” de Colossenses 2:16, mister se faz uma ligeira consideração neste particular.

De início, a palavra grega empregada pode referir-se aos sábados semanais ou aos sábados anuais. Temos que apelar para o contexto a fim de sabermos a quais se refere. Em grego, “Sábados” do texto em lide é sabbata, uma forma plural de sabbaton. Embora sabbata em muitos casos não represente um exato plural, pelo fato de derivar da forma singular aramaica, por outro lado é de freqüente sentido singular. A exploração que pretensos helenistas fazem em torno deste fato em nada altera a posição que sustentamos, porque sabbata, pode representar um plural exato, como por exemplo, em Atos 17:2 e sem dúvida em nosso texto (Colossenses 2:16) ainda reforçado com o peso do contexto indicando tratar-se de sábados anuais.

Há oponentes que exploram também o fato de a palavra “Sábados”, na passagem que estamos considerando, estar no grego sem o artigo, mas esquecem-se de que o sábado semanal é também freqüentemente citado sem o artigo em grego, como, por exemplo, em S. João 5:9; 9:14, etc..[24]

Veja o quanto é importante o estudo do contexto do verso e também seu correto significado na língua original.

 

Fonte Advir


O cristianismo tem uma estreita relação com o judaísmo , tanto historicamente e teologicamente. Jesus, os doze discípulos, o autor da maioria do Novo Testamento, e os membros das primeiras igrejas cristãs eram todos judeus. A família de Jesus seguiu os costumes judeus e Jesus frequentemente citado da Bíblia hebraica. Os seguidores de Jesus acreditavam que ele fosse o Messias, uma figura prevista na Bíblia judaica.

Apesar de suas origens judaicas,  O primeiro Conselho Cristão, convocada pelos apóstolos, concluiu que pagãos convertidos ao cristianismo não tem que seguir as leis ritual judaicas. Logo, convertidos ao cristianismo eram quase exclusivamente pagãos e o cristianismo se afastando do judaísmo.

Nos quase 2.000 anos de história, desde Jesus, a relação entre o cristianismo e a fé antiga em que ela está enraizada tem sido muitas vezes tensas. Os cristãos têm criticado os judeus por rejeitar Jesus como seu Messias, e os judeus cristãos têm criticado os cristão  por  supostamente corromperem o conceito de um Deus e seguindo um falso messias. O novoTestamanto mostra que os judeus foram os primeiros a perseguir os cristãos, e depois dos cristãos se tornarem um o grupo mais poderoso, eles freqüentemente perseguiam os judeus.

Hoje, as divergências teológicas entre cristãos e judeus permanecem, mas estão sendo feitos esforços para uma maior compreensão e respeito entre as duas grandes religiões. O gráfico a seguir compara as origens, crenças e práticas do cristianismo e judaísmo.

Comente no blog e indique para amigos.

História e Estatísticas
Cristandade
Judaísmo
data fundada
c. 30 AD
c. 1300 aC
fundada na
Palestina
Palestina
fundadores e primeiros líderes
Jesus e apostólos
Abraão, Moisés
línguas originais
Aramaico e grego
Hebraico
dos principais locais de hoje
Europa, do Norte e América do Sul
Europa, Israel, América do Norte
adeptos em todo o mundo hoje
2 bilhões
14 milhões
adeptos nos EUA
159 milhões
5,6 milhões
adeptos no Canadá
21 milhões
35,000,0
adeptos no Reino Unido
51 milhões
32,000,0
Rank tamanho atual
maior
12 ª maior
principais ramos
Católicos, ortodoxos, protestantes
Ortodoxos, conservadores, reformistas

Autoridade religiosa
Cristandade
Judaísmo
texto sagrado
Bíblia = Antigo Testamento (Bíblia Judaica) + Novo Testamento
Tanakh (Bíblia Judaica)
inspiração do texto sagrado
Homens escreveram imbuídos pelo santo Espírito,revelação
concepções divergentes: inspirado contas humana ou de origem humana só
estatuto dos profetas bíblicos
verdadeiros profetas
verdadeiros profetas
estado da Bíblia Judaica
canônico
canônico
estado do Novo Testamento
canônico
não-canônicos, não útil
autorização escrita outros
Não pode ser alterada AP 22:19
Talmud, halachá
utoridades humanas
Bispos,Pastores e etc..
rabinos
resumos da doutrina
Regra de fé a bíblia
13 Regras de Fé

Crenças e Doutrina
Cristandade
Judaísmo
realidade final
um só Deus, Jeová, o Deus de Abraão
um só Deus, Jeová, o Deus de Abraão
natureza de Deus
Trindade – uma substância, três pessoas
unidade – uma substância, uma pessoa
outros seres espirituais
anjos e demônios
anjos e demônios
identidade de Jesus
Filho de Deus, o Deus encarnado, salvador do mundo
falso profeta
nascimento de Jesus
nascimento virginal
parto normal
morte de Jesus
morte por crucificação
morte por crucificação
ressurreição de Jesus
afirmou
negado
segunda vinda de Jesus
afirmou
negado
revelação divina
através de Profetas e Jesus (como o próprio Deus), registrados na Bíblia
através dos profetas, registradas na Bíblia
natureza humana
“Pecado original” herdada de Adão – tendência para o mal
dois impulsos iguais, uma boa e uma ruim
meios de salvação
( somente pela fé,graça imerecida)
crença em Deus, boas ações
O papel de Deus na salvação
 graça, perdão
revelação divina e do perdão
 Após a morte (Justo)
ressurreição na vinda,como sono
concepções divergentes: o céu ou não vida após a morte
 Após a morte (Ímpio)
Morte eterno(Adventista), purgatório ou inferno temporário (catolicismo e maioria protestante)
concepções divergentes: ou eterno inferno, reencarnação, vida após a morte ou não
vista da outra religião
Deus tem seu povo espalhado em todas a religiõs do mundo Ap 18:04
O Cristianismo é uma falsa interpretação do judaísmo.

Rituais e práticas
Cristandade
Judaísmo
casa de adoração
igreja, capela, Catedral Basílica, sala de reunião
sinagoga, templo, Schul
líderes religiosos
padre, bispo, arcebispo, patriarca, papa, pastor, ministro, pastor, diácono
rabino, rebbe
rituais sagrados
sacramentos, Ceia e lava pés
mitzvot (mandamentos)
principais rituais sagrados
batismo, comunhão (Eucaristia)
observando sábado, vestindo talit e tefilin, serviços de oração
cabeça coberta durante a oração?
geralmente não
geralmente sim (especialmente os homens)
religiosa central dias santos
Quaresma, Semana Santa, Páscoa(católicos)
Yom Kippur, Days of Awe, a Páscoa
outros feriados
Natal, santos dias(católicos)
Chanukah, Purim
principais símbolos
cruz, crucifixo, pomba, âncora, peixes, alfa e ômega, o chi rho, halo
Estrela de David, chai, hamsa, árvore

Adventistas do Sétimo Dia

Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD ) é uma denominação que surgiu do movimento profético Millerita nos Estados Unidos durante a parte do meio do século 19. considerada um ramo do cristianismo protestante, embora as diferenças de doutrina e prática têm levado alguns cristãos tradicionais a negar a eles essa designação.

Logo © Sétimo Dia Igreja Adventista.

O nome da denominação adventista do sétimo dia indica suas duas principais características distintivas: a observância do sábado (sétimo dia) e uma expectativa do breve retorno de Jesus(Adventista).

Outras características distintivas incluem a adesão aos ensinamentos de Ellen G. White, e várias observâncias alimentares visando a saúde física.

Em maio de 2007, os adventistas eram o décimo segundo maior corpo religioso do mundo[10] e o sexto maior movimento religioso internacional.[11] A Igreja Adventista do Sétimo Dia é também a oitava maior organização internacional de cristãos do planeta.[12] A igreja Adventista no mundo é regida por uma Conferência Geral, com pequenas regiões administradas por Divisões, Uniões e Associações e Missões locais. Possui atualmente cerca de 17 milhões de membros[13], está presente em mais de 200 países e territórios e é etnicamente e culturalmente diversificada [1]. No Brasil existem cerca de 1,6 milhões de membros[1].

Grande parte da teologia dos Adventistas do Sétimo Dia corresponde aos ensinamentos protestantes tradicionais como a Trindade[14][15][16], a Infalibilidade bíblica[17], a justificação pela fé[18], a salvação por meio da graça[19], o nascimento virginal de Jesus, Seu sacrifício substituto na cruz, Sua ressurreição, ascensão e segunda vinda e o batismo por imersão. Os Adventistas também possuem ensinamentos distintos de outras denominações protestantes como o estado inconsciente dos mortos e a doutrina de um juízo investigativo ocorrendo atualmente no céu. A igreja também é conhecida por sua ênfase na alimentação salutar e na mensagem de saúde, por sua compreensão indivisível de corpo, mente e alma, pela promoção dos princípios morais e pelo estilo de vida conservador.

História do adventismo do sétimo dia

William Miller
William Miller (1782-1849)
Ellen White e seu marido James White. A Igreja Adventista do Sétimo Dia em Lompoc, Califórnia. Foto: Kent Kanouse . Sétimo Dia Igreja Adventista em Grahamstown, África do Sul. Foto: Gregor Rohig . . Sétimo Dia Igreja Adventista no PeruFoto: Doug Downen .Ellen White e James White

Sétimo Dia Igreja Adventista

SDA igreja na África do Sul

Sétimo Dia Igreja Adventista no Peru

O movimento Adventista tem suas raízes no século 19 “movimento Millerite”, que se centrava na crença de que Jesus voltaria em 22 de outubro de 1844. William Miller (1782-1849) era um fazendeiro que se estabeleceram em Nova York depois da guerra de 1812. Ele era originalmente um deísta, mas depois de muito estudo da Bíblia privado, Miller se converteu ao Cristianismo e tornou-se Batista. Ele estava convencido de que a Bíblia continha informações codificadas sobre o fim do mundo ea Segunda Vinda de Jesus. Em 1836, ele publicou o livro Evidências da Bíblia e da História da Segunda Vinda de Cristo sobre o Ano 1843 .

A previsão do ano de 1843 foi baseado em grande parte, Daniel 8:14: “E ele disse sobre mim, até 2.300 dias, então o santuário será purificado.” Miller acredita que o “2.300 dias” se referia a 2300 anos e que a contagem regressiva começou em 457 aC. Ele concluiu que a “purificação do santuário” (interpretado como a Segunda Vinda) poderia ocorrer em algum momento entre 21 de março de 1843 e 21 de março de 1844.

Quando essas datas passaram, Samuel Snow, um seguidor de Miller, interpretou o “tempo de tardança” referido no Habacuque 2:3 como igual a 7 meses e 10 dias, atrasando assim o tempo final de 22 de outubro de 1844. Quando esta data passou também sem intercorrências, deixou muitos seguidores do movimento no que hoje é chamado de “O grande desapontamento”. Miller-se gradualmente retirou-se da liderança do grupo e morreu em 1849.

Seguidores de Miller  eram de  varias igrejas (Batistas,Metodistas, Presbiterianos e outros, ) os que continuaram estudando a bíblia deram origem ao movimento adventista, o estudo da Bíblia ainda levou à crença de que Jesus naquele ano tinha entrado no lugar santíssimo do santuário celestial, e começou um “juízo investigativo” do mundo: um processo através do qual existe um exame dos registros celestiais para “determinar que, através do arrependimento do pecado e da fé em Cristo, têm direito aos benefícios de Sua expiação “após o que Jesus voltará à Terra.Segundo o ensinamento da Igreja, o retorno de Cristo pode ocorrer muito em breve, embora ninguém saiba a data exata desse acontecimento (Mateus 24:36).

Por cerca de 20 anos, o movimento adventista foi um grupo bastante desorganizada de pessoas que ocupavam a esta mensagem. Entre suas maiores apoiantes foram James White, Ellen G. White e Joseph Bates. Mais tarde, uma igreja chamada formalmente organizado pela Conferência Geral da adventistas do sétimo dia foi criada em Battle Creek, Michigan, em 21 de maio de 1863, com uma adesão de 3500.

Principalmente através do evangelismo e inspiração de Ellen G. White, que foi considerada como uma profetisa, a igreja cresceu rapidamente e estabeleceu uma presença além da América do Norte durante a última parte de 1800. Em 1903, a sede denominacional foram mudou de Battle Creek para Washington DC e da comunidade vizinha de Takoma Park, Maryland.

Crenças dos Adventistas

  • Adventismo . Crença em iminente, pré-milenar, universalmente visível segunda vinda, precedido por um tempo de angústia quando os justos serão perseguidos e uma segunda vinda falsa onde Satanás representa o Messias.
  • Ellen G. White . Ensinamento de que o “Espírito de Profecia”, uma marca de identificação da igreja remanescente, foi manifestado no ministério de Ellen G. White, a quem os adventistas reconhecem como mensageira do Senhor. Seu “escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto a igreja, orientação, instrução e correção.” (28 Crenças Fundamentais) Eles também tornam claro que a Bíblia é o padrão pelo qual todos os ensinamentos e experiência devem ser testados .
  • Estado dos mortos . Adventistas do sétimo dia crêem que a morte é um sono durante o qual os “mortos não sabem coisa alguma” (Eclesiastes 9:5). Este ponto de vista sustenta que a pessoa não tem forma consciente da existência até a ressurreição, seja na segunda vinda de Jesus (no caso dos justos) ou após o milênio de Apocalipse 20 (no caso dos ímpios). Devido a esta visão, adventistas do sétimo dia não acredito que o inferno existe atualmente e acreditam ainda que os ímpios serão destruídos no final do tempo
  • Práticas

 

Adventistas do Sétimo Dia observam 24 horas de sol-a-sol do sábado, começando do por-do-sol  de sexta-feira. Justificação para essa crença é obtida a partir do relato da criação em Gênesis em que Deus descansou no sétimo dia, uma abordagem mais tarde imortalizada nos Dez Mandamentos. Adventistas do sétimo dia afirmam que não há mandamento bíblico para a mudança do “verdadeiro sábado” para a observância do domingo, que quer dizer que a guarda do domingo é apenas uma “tradição dos homens.”

Cultos seguem um formato de evangélicos, com ênfase no sermão. Durante a semana reuniões de oração podem ser realizadas e muitas vezes as crianças freqüentam escolas adventistas.

Adventistas do Sétimo Dia prática batismo de adultos por imersão completa em uma maneira similar aos batistas. Crianças são dedicadas ao invés de batizados, e que o batismo requer responsabilidade consentimento e moral.

Adventistas do sétimo dia a práticam da comunhão quatro vezes por ano,  A comunhão é um serviço aberto  e inclui uma cerimônia de lava-pés (comumente referido como o Decreto de humildade) e do consumo da Ceia do Senhor.

Adventistas do sétimo dia não comem carne de porco ou outras carnes impuras, como indicado no livro de Levítico e muitas evitam todas as carnes por razões de saúde (ver próxima seção).

Sétimo Dia Adventista do Código Sanitário e restrições alimentares

Adventistas do sétimo dia apresentam uma mensagem de saúde que recomenda o ovo-lacto-vegetarianismo e a abstinência  de carne de porco , mariscos e outros alimentos proibidos como “impuros” em Levítico. O álcool e o tabaco  são proibidos.

Dr. John Kellogg, fundador da empresa Kellogg e um importante fornecedor de cereais de pequeno almoço, era um membro da Igreja Adventista do Sétimo dia. A Companhia Sanitarium Health Food, de propriedade da Igreja Adventista do Sétimo Dia, é um dos principais fabricantes da Austrália de saúde e  produtos relacionados.

Adventistas do Sétimo Dia têm um grande número de hospitais. Sua escolas de medicina predominam na América do Norte  em Loma Linda, Califórnia.

Adventistas Ética

A posição adventista oficial sobre o aborto é que é permitido apenas em circunstâncias excepcionais que apresentam graves dilemas morais ou médicos, tais como ameaças significativas à vida da gestante, sérios riscos à sua saúde, graves defeitos congênitos cuidadosamente diagnosticados no feto , gravidez e resultante de estupro ou incesto. Embora o tom geral para com o aborto é negativo, O Adventista  pode tomar qualquer posição no espectro político.

Adventistas do Sétimo Dia em geral, condenam a homossexualidade . A Igreja não realiza casamentos gays ou uniões sagradas, e os  gays não podem ser ordenados. A homossexualidade de um dos cônjuges é dada como uma das razões rara aceitável para o divórcio.

Organização e Estrutura

Adventistas do sétimo dia têm três níveis de ordenação: diáconos, anciãos e pastores. Em algumas igrejas adventistas só os homens são elegíveis para a ordenação, mas há muitos exemplos de mulheres diaconisas e anciãs e pastoras. Pastores  podem se casar e constituir famílias.

Organização para além da igreja local é a seguinte:

  • A igreja global é chamada a Conferência Geral.
  • A Conferência Geral é composta por divisões.
  • Divisões são compostas de conferências sindicais.
  • União conferências consistem em conferências locais.
  • Conferências locais incluem distritos da igreja local. Estes são geralmente ministradas por um pastor.
  • Distritos locais podem conter de uma a muitas igrejas locais (congregações). Nos Estados Unidos, esses números tendem a ser menores (2-4 igrejas por distrito, talvez), enquanto na maioria da igreja em todo o mundo, os números tendem a ser maiores (5 + por distrito e por pastor, às vezes até 15 ou mais).

Igreja Adventista , é uma mistura de elementos episcopal e presbiteriana. Cada uma dessas igrejas locais tem o seu próprio corpo eleito que regem e escritório. Quase tudo é decidido por um ou outro comitês eleitos, pelo voto dos membros ou representantes das igrejas locais. Cada organização tem uma sessão geral em determinados intervalos. Isso geralmente é quando as decisões gerais são votadas. O presidente da Conferência Geral, por exemplo, é eleito na Sessão da Conferência Geral, a cada cinco anos. O atual chefe da Igreja Adventista do Sétimo Dia é presidente da Associação Geral, Ted Wilson.

Educação Adventista e Instituições

Adventistas do sétimo dia tiveram um interesse muito grande em educação . A Igreja Adventista executa um dos maiores sistemas de educação no mundo. Eles operam cerca de 5.700 pré-escolas, escolas primárias e secundárias, bem como faculdades, universidades, seminários e escolas médicas em cerca de 145 países a nível mundial.Este sistema de ensino envolve cerca de 66000 professores e 1.257.000 alunos. O programa educacional adventista é abrangente que inclua “mental, saúde física, social e espiritual” com “crescimento intelectual e serviço à humanidade” o seu objectivo.

O Departamento de Jovens da Igreja Adventista do Sétimo Dia dirige uma organização de meninos e meninas de  10-16 anos  chamado Desbravadores . Para crianças mais novas, Aventureiros.

Adventistas do sétimo dia possui uma série de universidades ( listados aqui ) e hospitais ( listados aqui )  em todo o mundo.

A Igreja Adventista do Sétimo Dia tem sido ativa por mais de 100 anos defendendo a liberdade de religião . Em 1893 seus líderes fundaram a Associação Internacional de Liberdade Religiosa (IRLA). Eles também têm sido formalmente ativa em ajuda humanitária para mais de 50 anos (ADRA).

Indivíduos gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros, que são, ou que foram adventistas do sétimo dia formaram uma rede social chamada SDA Kinship internacionais .motivo de um processo judicial por parte da Igreja Adventista do Sétimo Dia em uma tentativa de proteger o termo “SDA” (IASD) . O resultado da decisão permitiu que o uso continuado do termo “SDA”.

Leitura adicional sobre Adventistas do Sétimo Dia


Casa dos Profetas?

 Joseph Rutherford, presidente da Watchtower Bible and Tract Society (Torre De Vigia) encomendou a construção de uma casa em San Diego, Califórnia. Esta casa se tornaria casa para Abraão, Isaaque, Jacó, José, Moisés, Davi, Samuel e todos os mencionados em Hebreus capítulo 11. No entanto, quando a festa bíblica não ocorreu, o incidente Bete-Sarim teve que ser reprimido e escondido.

Beth-Sarim hoje:



Foto: Diane Raines

Em 1920, Rutherford declarou, “Como nós já declaramos anteriormente, o grande ciclo de jubileu deve começar em 1925. Naquele tempo a fase terrestre do reino será reconhecida”. Rutherford explicou, “Portanto, podemos esperar confiantemente que 1925 marcará o retorno de Abraão, Isaque, Jacó e os profetas fiéis da antiguidade, particularmente aqueles mencionados pelo Apóstolo em Hebreus capítulo onze, e voltaram condição de perfeição humana “(Milhões Agora Vivem Jamais Morrerão, p. 89-90). Esta era uma profecia excitante. Testemunhas de Jeová ao redor do mundo aderiram sua causa, sendo justificados pela manifestação física destes patriarcas bíblicos. Quando chegou 1925, mas Abraão e os demais não ressuscitaram, alguns seguidores de Rutherford abandonaram a os Testemunhas de Jeová.  Mesmo que não tivesse ocorrido em 1925, ainda era um assunto de antecipação muito animado. Por esta razão, Rutherford, percebendo que quando Abraão e companhia brevemente chegariam, deu instruções para construí-lhes uma casa. Em seu livro, Salvação , Rutherford menciona esta casa e seu propósito de ser construído. “Em San Diego, Califórnia, há um pequeno pedaço de terra, em que, no ano de 1929, foi construída uma casa, que é chamado e conhecida como Bete Sarim As palavras hebraicas Bete Sarim significam “Casa dos Príncipes. e a propósito de adquirir esta propriedade e construir a casa era de que havia alguma prova tangível de que existiam pessoas na terra hoje que acreditam plenamente em Deus e Cristo Jesus e em Seu reino, e que acreditam que os homens fiéis da antiguidade serão ressuscitados em breve pelo Senhor, estar de volta na terra, e assumir o controle dos negócios visíveis da terra “(p. 311). Com a casa agora construída, não havia nada a fazer senão esperar. E eles esperaram, até 1942. Rutherford escreveu o último livro de sua vida, mencionando novamente Bete-Sarim e Abraão, e conpanhia. Ele escreveu: “portanto, aqueles homens fiéis do passado podem ser esperados de volta dos mortos a qualquer momento. As Escrituras dão boas razões para acreditar que será pouco antes das pausas Armageddon. “Nesta expectativa a casa em San Diego, Califórnia, que casa tem sido muito divulgada com intenções maliciosas pelo inimigo religioso, foi construída, e chamado de ‘Bete-Sarim’, ‘Casa dos Príncipes ” E agora guardadas em confiança para a ocupação por esses príncipes no seu retorno “(The New World, p. 104). Note que Rutherford disse que foi “realizada em confiança.” Na verdade, a ação tem vários pontos muito interessantes. Explica , “que (o) Reino de Deus terá representantes visíveis na terra, que serão encarregados dos assuntos das nações sob a supervisão do governante, que entre eles  estão, assim, os representantes fiéis e os governadores visíveis neste mundoserão Davi, Israel(Jacó), e Gideão, e Baraque, e de Sansão, e Jefté, e José, o antigo governante do Egito, e Samuel, o profeta e outros homens fiéis que foram nomeados com aprovação na Bíblia em Hebreus, capítulo 11. “Isto foi oque disse a Watchtower Bible and Tract Society (Torre De Vigia) que todos os homens acima nomeados como representantes do reino de Deus na terra e que esses homens devem ter posse e uso da referida propriedade” No entanto, havia uma cláusula condicional colocada na ação. Até Davi, Abraão ou outros ressuscitarem,e dizia isso: ” Joseph F. Rutherford, têm o direito e privilégio de residir no referido estabelecimento até  ser tomado  por Davi os outros homens aqui nomeados e esta propriedade e instalações são dedicados a Jeová e ao uso de seu reino e deve ser usado para tal para sempre “ (ação de 24 de dezembro de 1929). 

A ação, que foi assinada por Rutherford tInha três artigos notáveis ​​nele. 

Primeiro , Beth-Sarim foi construído para o propósito expresso de moradia para os patriarcas. 

Em segundo lugar, embora Rutherford poderia morar na casa, ele só poderia fazê-lo até que alguém de hebreus 11 chegasse. 

Terceiro, a casa Bete-Sarim iria permanecer no reino de Jeová para ser usada para sempre.

Talvez não seja necessário explicar, mas ninguém de hebreus 11 chegou para assumir a propriedade Bete-Sarim. Como resultado, Rutherford passou os últimos anos de sua vida nesta mansão bonita enquanto seus seguidores sofreram em pobreza durante a Grande Depressão da década de 1930. Além disso, alguns anos após a morte de Rutherford, Bete-Sarim foi vendida. Em 1948 a casa foi vendida, e o ensinando relativo ao “retorno dos antigos dignitários foi silenciosamente abandonado em 1950” (Milhões Agora Vivem Jamais Morrerão: Um Estudo das Testemunhas de Jeová, Alan Rogerson, p. 48). Assim,  Há um epílogo a esta história. Em 1975, a Sociedade Torre de Vigia publicou um livro que mencionou Bete-Sarim. No entanto, as informações contidas em suas páginas só serve para complicar as Testemunhas de Jeová na sua credibilidade histórica. Desde seus primórdios, Bete-Sarim foi o construída para Abraão e amigos. Este livro parece contar uma história completamente diferente. “Com o tempo, uma contribuição direta foi feita com o propósito de construir uma casa em San Diego para o uso do Irmão Rutherford. Ela não foi construída à custa da Sociedade Torre de Vigia. Relativo a esta propriedade,

O livro  de 1939 Salvação afirmou: “Em San Diego, Califórnia, há um pequeno pedaço de terra, em que, no ano de 1929, foi construída uma casa, que é chamada e conhecida como Bete-Sarim. ‘” (1975 Yearbook das Testemunhas de Jeová, p. 194). Há dois problemas com esta declaração do Anuário. Primeiro, a Torre de Vigia disse que foi construída para uso do Irmão Rutherford quando de fato, de acordo com Rutherford-se, foi construído para os homens de Hebreus !  Embora Rutherford reivindicasse ter sabedoria profética, ele fez muitas falsas profecias. Uma dessas profecias foi sua previsão de 1925, relativa ao retorno de Abraão e outros patriarcas bíblicos. Para agravar estes problemas nos últimos anos a Sociedade Torre de Vigia, em suas tentativas de encobrimento de eventos constrangedores de seu passado, usou-se falsas profecias. Talvez o pior de tudo, é o fato de que em assim fazendo, eles já estão mentindo para seus próprios seguidor.


“Os cristãos, naturalmente, se esforçaram para garantir que” a legislação civil “respeite seu dever de santificar o santo domingo. ” -Artigo 67, “Dies Domini” ,07 julho de 1998 – Grifo nosso.


 

Para aqueles de  religiões protestantes e não-cristãos, esta afirmação não parece ter muita autoridade por trás dela, simplesmente porque você simplesmente não olha para o papa como seu líder. No entanto, em26 de junho de 2000Iniciativa das Religiões Unidas foi assinada, na os líderes do governo se referem como uma lei global. A verdade é que esta é realmente uma das muitas leis globais aparecendo recentemente. No momento da assinatura desse documento tornou-se uma realidade inclusive internacionais que qualquer papa sentado na Vaticano após essa data é considerado a autoridade moral universal sobre todas as igrejas com membros no World Wide Council of churches, 

Milhares de anos atrás a bíblia cristã previu o Anticristo procuraria fazer cumprir-se as leis injustas, de modo a impor a sua marca sobre as pessoas deste mundo. Este ministério, assim como muitos outros, têm estado por muitos anos estão pregado . Infelizmente,muitos ministérios  pregam que a nossa mensagem é uma tradução falsa das profecias em Daniel e Apocalipse. no final desta página, você terá uma compreensão mais clara do que é a verdade.

Na carta, intitulada “Dies Domini”, que é latim para “O Dia do Senhor”, vemos o papa exigindo todos os cristãos no mundo inteiro a respeitar e honrar domingo o primeiro dia da semana, em lugar do sábado o sétimo dia da semana, em direta oposição à Lei de Deus. Em outras palavras, o papa está buscando leis religiosas que serão literalmente projetadas para forçar todas as pessoas ao redor do mundo a quebrar as leis de Deus e aceitar as tradições dos homens em seu lugar.As escritura são claras que temos de “Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo;” – Colossenses 2:08

Jesus disse:“E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição..” em Marcos 7:9 Como cristãos crentes na Bíblia, nunca devemos transgredir a Lei de Deus. Porque está escrito em 1 João 3:4 que “… o pecado é a transgressão da lei “. O papa está tentando forçar-nos usando a lei da terra para quebrar Mandamento # 4.

Estou completamente ciente de que muitos pregadores ensinam que não estamos mais sob a lei, mas fazê-lo sem o entendimento das Escrituras do que esse termo significa realmente inspirado.

É um fato bem conhecido para as últimas décadas que a maioria dos colégios bíblicos em todo o mundo ensinam uma versão diluída da verdade para não ofender a mãe Roma. Ofender Roma seria perder alguns benefícios que eles simplesmente não podem dar ao luxo de perder. Eles têm tudo a perder,subsídios governamentais egrandes vantagens políticas . Então, em vez de fazer como o seu Criador Deus ordena ao ensinar.

  • 1 Pedro 5:1-4: ” Os presbíteros que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e participante da glória que será revelada:   Apascentai o rebanho de Deus que está entre vós , tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; não por torpe ganância , mas de uma mente pronta;   Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho .   E quando o Sumo Pastor, aparecer , recebereis a coroa da glória que não se murcha . “

Então … o que Paulo está falando quando diz não estavam mais sob a lei em Romanos, capítulo seis?Primeiro, precisamos definir o pecado, porque esta é a razão para a emissão da Lei a ser discutido.

  • A definição do pecado = 1 João 3:4, “… o pecado é a transgressão da lei. “
  • A pena do pecado = Romanos06:23, “… o salário do pecado é a morte “;
  • O custo do pecado = 2 Corinthians05:21“Para ele o fez (Jesus) pecado por nós … “E 1 Coríntios06:20diz: “.. vocês são comprados por bom preço : “

Agora que sabemos que o pecado é o quebrantamento dos mandamento de Deus. Será que a Palavra de Deus expõe sobre a “maldição” de estar “sob a lei?”

  • Daniel 9:11: “Sim, todo o Israel transgrediu a tua lei, desviando-se para não obedecer à tua voz; por isso a maldição e o juramento, que estão escritos na lei de Moisés, servo de Deus, se derramaram sobre nós; porque pecamos contra ele. “

Daniel é bastante claro. O transgredir da lei significa maldição  sobre nós. Estamos, então, sob a maldição da lei quando  a quebramos

  • Gálatas 03:10“Pois todos quantos são das obras da lei estão debaixo da maldição ; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las. “
  • Gálatas 03:13, “Cristo nos resgatou da maldição da lei , sendo feita uma maldição para nós : porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em um madeiro:  “

Aqui é bastante claro para ser um cristão somos redimidos dessa maldição. Jesus foi “feito maldição por nós”, quando Ele foi pendurado naquela cruz. Ele fez isso para que nós não morrêssemos como a Lei exige para qualquer um que transgride a lei, você tem pecado,eu  pequei, todos pecaram, pois “… está escrito: Não há nenhum justo, nem um sequer “(Romanos03:10)

Minha passagem favorita em explicar este fato bíblico é …

  • Deuteronômio 11:26-28: “Eis que ponho diante de vós hoje uma bênção e uma maldição ; A bênção, se obedecerdes aos mandamentos do Senhor vosso Deus , … E a maldição, se não derdes ouvidos aos mandamentos do SENHOR, vosso Deus , … “

Então .. de acordo com Deuteronômio, há ..

  • Bênção , se você guardar a Lei
  • Maldição  você quebra

A teologia do Antigo Testamento nunca foi mudada por Cristo. De fato, Cristo afirmou claramente em Mateus 05:17“Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim para destruir, mas cumprir.” E como Ele cumprir essa lei? Acabamos de ler em Romanos 6:23 que a lei, afirmou o salário do pecado é a morte, certo? Gálatas03:13 apenas informou-nos que Jesus veio a ser a maldição por nós. Ele cumpriu as exigências da lei por nós, morrendo por nós há 2000 anos atrás. É simples assim. Pecado exigiu uma morte como pagamento pelo pecado, Cristo pagou o preço por nós.

A maldição ainda está lá para todos que escolhe para o pecado, ea bênção ainda está lá para todos que escolhe obedecer. Esta é uma lei de Deus. Como pode mudar uma coisa quando esse mesmo Deus declarou claramente em Malaquias 3:6, “Porque eu sou o SENHOR, não mudo … “

O Deus da Criação não é como o homem onde ele comete erros e tem que “mudar” coisas que Ele não poderia prever como um possível resultado final de suas ações. Nosso Deus é um Deus que vê o fim desde o início. (Veja Isaías 46:10). Na verdade, Lucas16:17diz: “… E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til da lei..” … Este é o mandamento, como ouvistes desde o princípio , que andeis nele. “- 2 João 1:6

Se você peca, então você está sob a maldição, Jesus mesmo disse: “Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais se omitirá da lei ” – Mateus 5:18. O senso comum nos oferece a realidade de que o Céu e a Terra ainda não passaram. Você está em pé em terra firme não está? E os céus ainda estão acima de sua cabeça . Assim, de acordo com o próprio Jesus Cristo, a Lei  ainda é válida. Se transgredir essa lei, pecamos. Se pecamos, deve haver uma morte para o pecado. Esta é a beleza do que Ele fez na cruz. Romanos 5:8 diz: “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós . ” 2 Coríntios 5:14 diz: “… se um morreu por todos, logo todos morreram:” 1 Tessalonicenses 5:9-10 diz: “Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançarmos a salvação por nosso Senhor Jesus Cristo,   que morreu por nós , para que, quer vigiemos, quer durmamos, nós devemos viver juntamente com ele . “

Agora, alguns ensinam que desde que Jesus já morreu, já não temos para quardar a lei. No entanto, os romanos v03:31diz: “31 Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei. “. O fato de Jesus morrer, e nós reconhecermos que a morte, e a conquista do perdão pelos nossos pecados, estabelece a Lei que eles muitos afirmam ser nula e sem efeito. Como podem dizer que o Direito não é mais válido quando os próprios afirmam Jesus como seu Salvador? . É por isso que devemos confessar nossos pecados., e por causa do pecado que nós merecemos a morte. Isso é o que é exigido para os transgressores da lei. No entanto, “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” -1 João 1:9 O fato de que João está dizendo que ainda precisamos confessar nossos pecados prova a lei ainda é válida hoje.

A Bíblia claramente proclama que a única forma que alguém pode acabar com a Lei é  quebrando. O que você faz, então, é negar a graça de Deus oferecida gratuitamente para você. Como você pode ainda estar sob a graça, quando peca sem o desejo de se arrepender e confessar?

  • Ou você está sob a Sua graça depois do arrependimento e confissão
  • Ou sob a Lei de recusa do mesmo

Não existem áreas cinzentas aqui. Verdade é a verdade.

  • Romanos 2:12 e 13 “Pois todos os que pecaram sem lei também perecerão sem lei, e tantos quantos pecaram na lei devem ser julgados pela lei ;  (Porque os que ouvem a lei não são justos diante de Deus, mas o cumpridores da lei devem ser justificadas . .. “
  • João 05:14“Mais tarde Jesus encontrou-o no templo, e disse-lhe: Olha, já estás curado; não peques mais, para que alguma coisa pior para ti . “

Este versículo prova amplamente que, se escolhermos pecar depois de tornar-mos seguidores de Cristo, então alguma coisa pior virá sobre nós! Isso prova mais uma vez que a lei ainda é válida. O verso final para isso tem que ser o seguinte …

  • Romanos 1:5, “Por quem recebemos a graça e o apostolado, para obediência da fé entre todas as nações, por seu nome: “

Sim, é verdade que temos sido abençoados com a graça na era da igreja. Mas de acordo com a Palavra de Deus, que a graça é o que nos ajuda a ser obediente à fé! “Assim falai, e assim procedei, como devendo ser julgados pela lei da liberdade “. (Tiago 2:12)

Olhe para Adão e Eva por exemplo. Eles são o que o homem era para ser antes da queda. Mas o que foi a queda? Eles foram desobedientes. Muitos acreditam que todos eles têm de fazer é acreditar em Jesus Cristo para ganhar o céu. Eles não conseguem perceber que Adão e Eva viram Jesus face a face! Eles realmente viram “… o Senhor Deus andando no jardim pela viração do dia: … “(Gênesis 3:08) É por isso que eles se esconderam dEle.

O fato é que eles não tinham problema algum acreditando n’Ele, porque eles tinham evidência em primeira mão que Ele existe. Foi a desobediência que causou queda de Adão e Eva. Se você diz somente crer em Jesus é suficiente para ganhar o céu, então você está afirmando que Satanás será no céu também. Pois a bíblia diz comum que  “demônios crêem e tremem” – Tiago02:19.

O cristianismo basico nos diz que Satanás e seus anjos não esaão no céu, mas eles acreditam em Jesus como o Filho de Deus isso está claramente escrito em Marcos 1:24, “Dizendo: Deixa-nos, que temos nós fazer contigo, Jesus de Nazaré ? tu veio para nos destruir? Bem sei quem és: o Santo de Deus . ” Então, novamente, apenas “crer” Ele é o Senhor não é suficiente para ganhar o céu. Qualquer pessoa pode acreditar .. Satanás e seus anjos provaram isso.

Ouça as palavras de alguém que é conhecido como o profeta do tempo do fim. Ele falou muito do nosso dia, milhares de anos atrás.

  • Ezequiel 33:13: “Quando eu disser ao justo que certamente viverá, e ele, confiando na sua justiça, praticar a iniqüidade, não virão à memória todas as suas justiças, mas na sua iniqüidade, que pratica, ele morrerá. “

Iniqüidade é “pecado conhecido.” Se não estamos mais sob a lei, mas debaixo da graça, e podemos continuar no pecado como muitos supõem, por que Ezequiel dize que morreriam por seus pecados conhecidos? NÃO PODE estar falando sobre os pecadores aqui, porque eles simplesmente não sabem o que é pecado até que encontrem a Cristo e Sua Lei perfeita. Pois está claramente escrito …

  • Romanos 03:20, “… porque pela lei vem o conhecimento do pecado. . “
  • Romanos 7:7, “… Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; ., Não cobiçarás “

1 Pedro 5:1-4: ” Os presbíteros que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e participante da glória que será revelada:   Apascentai o rebanho de Deus que está entre vós , tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; não por torpe ganância , mas de uma mente pronta;   Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho .   E quando o Sumo Pastor, aparecem , recebereis a coroa da glória que não se murcha . “

Queridos desejo que Deus toque o vosso coração e que a promessa de João 08:32 se cumpra em vossa vida.

COntinua…..

os Dez Mandamentos aqui

OS 1290 E 1335 DIAS DE DANIEL

Publicado: agosto 6, 2011 em Uncategorized
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OS 1290 E 1335 DIAS DE DANIEL

Alberto Timm

A tentativa de interpretar os períodos proféticos de Daniel como dias literais, não tem o apoio bíblico

A interpretação dos “1290 dias” e dos “1335 dias” de Daniel 12:11 e 12 respectivamente como 1290 anos e 1335 anos é antiga, podendo ser encontrada já entre os expositores judeus do século 8 DC. Essa interpretação, baseada no princípio dia-ano (Núm. 14:34. Ezeq. 4:6 e 7), continuou sendo advogada pelos seguidores de Joaquim de Fiore (1130-1202), bem como por vários outros expositores, durante a pré-Reforma, a Reforma e a tradição protestante subseqüente.1

Guilherme Miller (1782-1849), por sua vez, acreditava, em primeiro lugar, que tanto os 1290 anos como os 1335 anos haviam iniciado em 508, quando Clóvis obteve a vitória sobre os visigodos arianos, passo esse decisivo na união dos poderes político e eclesiástico para a punição dos considerados hereges pelo catolicismo medieval. Em segundo lugar, Miller cria que os 1290 anos haviam se cumprido em 1798, com o aprisionamento do Papa Pio VI pelos exércitos franceses; e, finalmente, que os 1335 anos se estenderiam por mais 45 anos até o término dos 2300 anos de Daniel 8:14. entre 1843 e 1844.2 Essa interpretação foi mantida pelos primeiros adventistas observadores do Sábado.3 transformando-se na posição histórica da Igreja Adventista do Sétimo Dia até hoje.4

Porém, em anos recentes, alguns pregadores independentes começaram a propagar o que consideram nova luz sobre os 1290 e 1335 dias de Daniel 12. Rompendo com a tradicional compreensão adventista, tais indivíduos alegam que ambos os períodos são compostos por dias literais, e não dias que representam anos, a se cumprirem ainda no futuro. Alguns deles sugerem que ambos os períodos iniciarão com o futuro decreto dominical; que os 1290 dias literais são o período reservado para o povo de Deus sair das cidades; e que ao término dos 1335 dias literais a voz de Deus será ouvida anunciando “o dia e a hora” da volta de Cristo.5

Por mais interessante que essa teoria possa parecer, existem pelo menos cinco razões básicas que nos impedem de aceitá-la.

l. A teoria se baseia numa leitura parcial e tendenciosa dos escritos de Ellen White

Um dos argumentos para justificar o cumprimento futuro dos 1290 e 1335 dias é a falsa alegação de que Ellen White considerava como errônea a noção de que os 1335 dias já haviam se cumprido no passado. Alusões são feitas à carta que ela enviou “à igreja na casa do irmão Hestings”, datada de 7 de novembro de 1850, na qual são mencionados alguns problemas relacionados com o irmão O. Hewit, de Dead River. No texto original em inglês dessa carta aparece a seguinte declaração:

“We told him of some of this errors in the past, that the 1335 days were ended and numerous errors of his.”6 Essa declaração deveria ser traduzida simplesmente como: “Nós lhe mencionamos alguns dos seus erros do passado, que os 1335 dias haviam se cumprido e muitos dos seus erros” No entanto, alguns defensores da nova teoria profética preferem substituir a conjunção “que” (inglês that) pela expressão “tais como” (inglês such as), alterando dessa forma o sentido do texto. Assim, eles conseguem fazer com que a sentença diga que entre os erros advogados por Hewit estava também a idéia de “que os 1335 dias haviam se cumprido”.

Se a intenção de Ellen White era realmente corrigir o irmão Hewit por crer que os 1335 dias já haviam se cumprido, permaneceriam as indagações: Por que Ellen White se limitou a corrigir, em 1850, de forma parcial e tendenciosa, apenas a posição desse irmão, sem qualquer repreensão aos demais líderes do movimento adventista que também criam que esse período profético já havia se cumprido em 1844? Por que ela não reprovou o seu próprio esposo, Tiago White, por afirmar na Review and Herald, ainda em 1857, que “os 1335 dias terminaram com os 2300, com o Clamor da Meia-Noite em 1844”?7 Por que ela não o repreendeu por continuar publicando na mesma Review vários artigos de outros autores, advogando a mesma ideia?8 E mais, como poderia Ellen White haver declarado, em 1891, que “nunca mais haverá para o povo de Deus uma mensagem baseada em tempo. Não devemos saber o tempo definido nem para o derramamento do Espírito Santo nem para a vinda de Cristo”?

Evidências de que Ellen White cria que esses períodos já haviam se cumprido em seus dias podem ser encontradas também em suas declarações segundo as quais Daniel já estava sendo vindicado em sua sorte (ver Dan. 12:13) desde o início do tempo do fim.10 Cremos, portanto, que o Dr. Gerard P. Damsteegt, professor do Seminário Teológico da Universidade Andrews, estava correto ao declarar que “já em 1850 E.G.White havia escrito que ‘os 1335 dias haviam se cumprido’, sem especificar o tempo do seu término”.11

2. A teoria quebra o paralelismo profético-literário do livro de Daniel

Para justificar o suposto cumprimento futuro dos 1290 e 1335 dias, os advogados da “nova luz” profética alegam, sem qualquer constrangimento, que o conteúdo da Daniel 12:5-13, onde são mencionados esses períodos, não é parte da cadeia profética do livro de Daniel. Porém, uma análise mais detida da estrutura literária do livro não confirma essa teoria.

O Dr. William H. Shea esclarece que, no livro de Daniel, cada período profético (1260, 1290, 1335 e 2300 dias) aparece como um apêndice calibrador ao corpo básico da respectiva profecia que lhe corresponde. Por exemplo, a visão do capítulo sete é descrita nos versos 1-14, mas o tempo a ela relacionado só aparece no verso 25. No capítulo 8, o corpo da visão é relatado nos versos 1-12, mas o tempo só ocorre no verso 14. De modo semelhante, os tempos proféticos relacionados com a visão do capítulo 11 só são mencionados no capitulo 12.12 Esse paralelismo comprova que os 1290 dias e os 1335 dias de Daniel 12:11 e 12 compartilham da mesma natureza profético-apocalíptica dos termos “tempo, tempos e metade de um tempo”, de Daniel 7:25, e as 2300 tardes e manhãs de Daniel 8:14. Assim, se aplicarmos o principio dia-ano aos períodos proféticos de Daniel 7 e 8, também devemos aplicá-lo aos períodos de Daniel 12, pois todos esses períodos estão interligados, de alguma forma, e a descrição de cada visão indica apenas um único cumprimento para o período profético que lhe corresponde.

Além disso, a alusão em Daniel 12:11 ao “sacrifício diário” e à “abominação desoladora” conecta os 1290 e os 1335 dias não apenas com o conteúdo da visão de Daniel 11 (Dan. 11:31), mas também com as 2300 tardes e manhãs de Daniel 8:14 (ver Dan. 8:13; 9:27). O mesmo poder apóstata que haveria de estabelecer a “abominação desoladora” em lugar do “sacrifício diário” é descrito em Daniel 7 e 8 como o “chifre pequeno”, e em Daniel ” como o “rei do Norte.” Portanto, a tentativa de interpretar alguns períodos proféticos de Daniel (70 semanas, 2300 tardes e manhãs) como dias que simbolizam anos, e outros (1290 dias, 1335 dias) como meros dias literais, é totalmente incoerente com o paralelismo profético-literário do livro de Daniel.

3. A teoria se apóia em uma interpretação não bíblica do termo hebraico tamid

A teoria de que tanto os 1290 dias quanto os 1335 dias iniciam com o futuro decreto dominical é baseada na suposição de que, em Daniel 12:11, as expressões “sacrifício diário” e “abominação desoladora” significam respectivamente o sábado e o domingo. Mas também essa suposição carece de fundamento escriturístico.

A expressão “sacrifício diário” é a tradução do termo hebraico tamid, que significa “diário” ou “contínuo”, ao qual foi acrescentada a palavra “sacrifício”, não encontrada no texto original de Daniel 8:13 e 12:11. A palavra tamid é usada nas Escrituras em relação não apenas com o sacrifício diário do santuário terrestre (ver Êxo. 29:38 e 42), mas também com vários outros aspectos da ministração contínua daquele santuário (Êx. 25:30; 27:20; 28:29 e 38; 30:8; 1 Crôn. 16:6). No livro de Daniel, o termo se refere, obviamente, ao contínuo ministério sacerdotal de Cristo no santuário celestial (Dan. 8:9-14).

Já a expressão “transgressão assoladora” ou “abominação desoladora” subentende o amplo sistema de contrafação a esse ministério, construído sobre as teorias antibíblicas da imortalidade natural da alma, da mediação dos santos, do confessionário, do sacrifício da missa, etc.

Não podemos concordar com a teoria de que em Daniel 12 o “diário” representa simplesmente o sábado, e a “abominação desoladora”, o domingo. Para crermos dessa maneira, teríamos que esvaziar essas expressões do amplo significado que lhes é atribuído tanto pelo próprio contexto bíblico no qual aparecem, como também pelo consenso geral das Escrituras.

4. A teoria reflete a interpretação jesuíta futurista da Contra-Reforma católica

Os defensores da interpretação literal futurista dos 1290 e 1335 dias alegam que sua posição é genuinamente adventista e plenamente sancionada pelos escritos de Ellen G. White. No entanto, se analisarmos mais detidamente o assunto à luz da História, perceberemos que essa teoria rejeita o historicismo e o princípio dia-ano da tradição protestante, para se alinhar abertamente com o futurismo literalista da Contra-Reforma católica.

Os reformadores protestantes do século 16 identificavam o “chifre pequeno” com o papado, do qual se originaria a “abominação desoladora” de que fala Daniel.13 Foi para inocentar o papado dessas acusações que o cardeal italiano Roberto Bellarmino (1542-1621), o mais capaz e renomado de todos os polemistas jesuítas, sugeriu que o “chifre pequeno” era um mero rei e que os 1260, 1290 e 1335 dias eram apenas dias literais a se cumprirem somente no período que antecederia o fim do mundo.14 Dessa forma, o papado contemporâneo não poderia mais ser identificado como o “chifre pequeno” ou “rei do Norte” e, conseqüentemente, não mais poderia ser responsabilizado pela “transgressão assoladora” ou “abominação desoladora”.

Muitos dos defensores contemporâneos da interpretação futurista dos 1290 e 1335 dias desconhecem o comprometimento dessa teoria com o futurismo da Contra-Reforma católica. Mas, mesmo assim, tais indivíduos deveriam pelo menos reconhecer que “essas propostas futuristas repousam, essencialmente, sobre uma compreensão errônea dos padrões de pensamento da poesia hebraica”, e que “elas representam uma leitura do idioma hebraico através de óculos ocidentais”.15

5. A teoria menospreza as advertências de Ellen G. White contra a tentativa de se estender o cumprimento de qualquer profecia de tempo para além de 1844

Se essa teoria fosse correta, bastaria ser promulgado o decreto dominical, e já saberíamos por antecipação quando a porta da graça se fecharia e quando ocorreria a segunda vinda de Cristo. Essa é, por conseguinte, mais uma forma sutil e capciosa de se estabelecer datas para os eventos finais. Por mais originais e criativas que possam parecer, essas tentativas não passam de propostas especulativas, que desconhecem ou menosprezam, em nome de Ellen White, as suas próprias advertências sobre o assunto.

Já em 1850, ela escreveu: “O Senhor me mostrou que o tempo não tem sido um teste desde 1844, e que o tempo nunca mais será um teste.”16 Posteriormente, acrescentou que “nunca mais haverá para o povo de Deus uma mensagem baseada em tempo”. “O Senhor mostrou-me que a mensagem deve ir, e que não deve depender de tempo; pois tempo não será nunca mais uma prova. Deus não nos revelou o tempo em que esta mensagem será concluída, ou quando terá fim o tempo de graça.”17 Somente depois do fechamento da porta da graça, e pouco antes da segunda vinda, é que Deus há de declarar aos salvos “o dia e a hora da vinda de Jesus”.18

Comentando a expressão “que não haveria mais tempo” (Apoc. 10:6 KJV), em 1900, a Sra. White declarou: “Esse tempo, que o anjo declara com um solene juramento, não é o fim da história deste mundo, nem o tempo de graça, mas o tempo profético, que precederia o advento de nosso Senhor. Ou seja, o povo não terá outra mensagem a respeito de um tempo definido. Após este período de tempo, que se estende de 1842 a 1844, não pode haver qualquer cálculo definido de tempo profético.”19

Sendo esse o caso, por que então continuar insistindo em reaplicar os 1290 dias e os 1335 dias de Daniel 12 para o futuro? Cabe somente a Deus julgar o grau de sinceridade daqueles que assim o fazem, mas uma coisa é certa: A “fé em uma mentira não terá influência santificadora sobre a vida ou o caráter. Nenhum erro é verdade, nem pode tornar-se verdade pela repetição, ou por fé nele. … Posso ser perfeitamente sincera em seguir um caminho errado, mas isso não torna o caminho certo, nem me levará ao lugar que eu desejava chegar”.20

Protegidos do engano

É evidente, portanto, que a teoria de um cumprimento futuro dos 1290 e 1335 dias baseia-se numa leitura parcial e tendenciosa dos escritos de Ellen White, quebra o paralelismo profético-literário do livro de Daniel, apóia-se em uma interpretação não bíblica do termo hebraico tamid, reflete a interpretação jesuíta futurista da Contra-Reforma católica, e menospreza as inspiradas advertências contra a tentativa de se estender o cumprimento de qualquer profecia de tempo para além de 1844.

Numa época em que os vendavais de falsas doutrinas estarão soprando com forte intensidade (Efés. 4:14), “para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mat. 24:24), só estaremos seguros se alicerçados sobre a clara e inamovível Palavra de Deus. Toda “nova luz”, para ser verdadeira, deve estar em perfeita harmonia com o consenso geral das Escrituras e dos escritos inspirados de Ellen White.21 Os atalaias do povo de Deus jamais deveriam permitir que as conjecturas e as especulações humanas os impeçam de dar à trombeta o sonido certo (Eze. 33:1-9; 1 Cor. 14.8).

Referências:

1 LeRoy Froom, The Prophetic Faith of Our Fathers, Washington, DC. Review and Herald, 1954. vol. 4. págs. 205 e 206.

2 William Miller, Evidences from Scripture and History of lhe Second Coming of Christ about the Year AD 1843 and of His Personal Reign of 1000 Years. Brandon, Vermont: Telegraph Office. 1833, pág. 31; Idem, Evidence from Scripture and History of the Second Coming of Christ about the Year 1843, Exhibited in a Course of Lectures, Boston, Joshua V. Himes, 1842, págs. 95-104, 296 e 297; Idem, synopsis of Miller’s Views, Signs of the Times, 25/01/1843. págs.148 e 149.

3 P. Gerard Damsteegt Foundations of the Seventh-day Adventist message and Mission, Grand Rapids, MI; Eerdmans. 1977, págs. 168-170.

4 Ver Uriah Smith, Synopsis of the Present Truth, n° 12, Review and Herald, 28/01/1858; Stephen N Haskell, The Story of Daniel the Prophet, Berrien Springs, MI, 1903; págs. 263-265; J.N.Loughborough, The Thirteen Hundred and Thirty-five Days, Review and Herald, 04/04/1907, págs. 9 e 10; Uriah Smith, The Prophecies of Daniel and the Revelation, Washington, DC, Review and Herald, 1944, págs. 330 e 331. George Price, The Greatest of the Prophets: A New Commentary on the Book of Daniel, (Mountain View, CA, 1955, págs. 337-342, Araceli S. Melo, Testemunhos Históricos das Profecias de Daniel, Rio de Janeiro, RJ, Laemmert, 1968, págs. 727-729; Francis D. Nichol (editor), The Seventh-day Adventist Bible Commentary, Washington, DC, Review and Herald, 1977, vol. 4. págs. 880 e 881; Vilmar Gonzalez. “Os 1290 e 1335 dias em Daniel 12,” Revista Adventista, 09/82, págs. 43 e 45; Hacques B. Doukhan, Daniel: The Vision of lhe End, Berrien Springs, MI, 1989, pág. 135; William H. Shea, “Time Prophecies of Daniel 12 and Revelation 12e13, in Frank Holbrook (editor), Symposium on Revelation – Book 1, Daniel and Revelation Commitee Series, vol. 6, Silver Spring, MD, 1992, págs. 327-360.

5 Victor Michaelson, Delayed Time-setting Heresies Exposed, Payson, AZ; Leaves-Of-Autumn, 1989.

6 E.G.White. Carta H-28, 07/11/1850

7 James White, “The Judgment”, Review and Herald. 29/01/1857, pág. 100.

8 J.N. Loughborough, “The Hour of His Judgement Come”, Review and Herald, 14/02/1854, pág. 30; Uriah Smith. “Short Interviews with Correspondents”, Idem. 24/02/1863, pág. 100, e 08/09/1863, pág. 116.

9 Ellen G White, Mensagens Escolhidas. vol. l, pág.188.

10 Idem, Manuscrito 50, 1893. Carta K-59, 22/11/1896; Manuscrito 76, 04/11/1899; Manuscrito l0, 1900. Carta B-6, 17/01/1907.

11 P. Gerhard Damsteegt. Op. Cit, pág. 169.

12 William H. Shea, The Abundand Life Bible Amplifier, Boise ID. Pacific Press Association. 1996, págs. 217-223.

13 LeRoy Froom, Op. Cit. vol. 2, págs. 241-463.

14 Ibidem. págs. 495-502.

15 Frank Holbook, Symposium on Revelation – Book 1, pág. 327.

16 Ellen G.White, Primeiros Escritos, pág. 75.

17 ldem. Op Cit, vol. 1, págs. 188 e 191.

18 ldem, O Grande Conflito, pág. 640

19 Comentários de Ellen White em The Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 7. Pág. 971

20 Ellen G. White, Mensagens Escolhidas. Vol. 1, pág. 56.

21 Idem. Counsels to Writers and Editors. págs. 33-5I.

Alberto Timm, Ph.D., diretor do Centro de Pesquisas EGW e Prof. de Teologia no Seminário Latino Americano de Teologia, Eng. Coelho, SP